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	<title>Eloene Cristine, Autor em Lugarh</title>
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		<title>Qual o papel do ESG no futuro do RH?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 17:39:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura da empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[Qual o papel do ESG no futuro do RH?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adoção de estratégias alinhadas à ESG deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica, fundamental para atrair investidores, clientes e até mesmo candidatos. Sua integração aos negócios envolve todos os setores, mas, em especial, o RH. Uma empresa que deseja se manter atual e competitiva deve assumir sua responsabilidade social [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10426" class="elementor elementor-10426" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 500;">A </span><b>adoção de estratégias alinhadas à ESG deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica</b><span style="font-weight: 500;">, fundamental para atrair investidores, clientes e até mesmo candidatos. Sua integração aos negócios envolve todos os setores, mas, em especial, o RH.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Uma empresa que deseja se manter atual e competitiva deve </span><b>assumir sua responsabilidade social e ambiental</b><span style="font-weight: 500;">. Algo que influencia em sua cultura, gestão de pessoas, desenvolvimento dos colaboradores, entre muitos outros aspectos atribuídos ao setor de Recursos Humanos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Neste artigo, você aprenderá mais sobre o que é ESG, sua ligação com o RH e qual o papel de ambos para o futuro das empresas. Confira!</span></p><h2><b>O que é ESG?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A sigla ESG vem de </span><b><i>Environmental</i></b><b> (ambiental), </b><b><i>Social</i></b><b> (social) </b><b><i>and</i></b><b> (e) </b><b><i>Governance</i></b><b> (governança)</b><span style="font-weight: 500;">. O termo foi utilizado pela primeira vez em um relatório feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) de 2005, intitulado </span><i><span style="font-weight: 500;">Who Cares Wins</span></i><span style="font-weight: 500;">, que pode ser traduzido como “Ganha Quem se Importa”.</span></p>								</div>
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									<p><span style="font-weight: 500;">Com o tempo, a ESG se tornou um método de medir o desempenho de uma empresa indo além do seu lucro financeiro, considerando também o quão sustentável e ética é a companhia.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para isso, estipula um </span><b>conjunto de práticas e critérios com foco no impacto gerado para o meio ambiente, sociedade e transparência corporativa</b><span style="font-weight: 500;">. </span><b>A ESG é utilizada para reconhecer e reforçar a responsabilidade dos negócios com esses três pilares,</b><span style="font-weight: 500;"> buscando minimizar e reverter o impacto negativo que causa ao ambiente e às pessoas.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Dessa forma, as empresas passam a auxiliar na construção de uma sociedade mais equitativa e garantir um modelo de negócio transparente, justo e seguro.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/inbound-recruiting-como-atrair-os-melhores-talentos-com-estrategia/"><b>Inbound Recruiting: Como atrair os melhores talentos com estratégia</b></a></p><h3><span style="font-weight: 500;">Crescimento do ESG nas empresas brasileiras</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Foi publicado um estudo feito pela Beon ESG e Aberje, intitulado “</span><a href="https://exame.com/esg/esg-cresce-no-brasil-e-54-das-grandes-empresas-ja-tem-uma-estrategia-estruturada/"><span style="font-weight: 500;">A Maturidade ESG nas Empresas Brasileiras: Avanços e Desafios 2024</span></a><span style="font-weight: 500;">”, informando que </span><b>64% das grandes empresas no Brasil consideram a sustentabilidade como uma prioridade estratégica</b><span style="font-weight: 500;">. No entanto, ainda enfrentam muitos desafios e resistência na aplicação das práticas.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">O estudo foi feito com base em entrevistas com 401 executivos de médias e grandes corporações brasileiras, informado que </span><b>51% delas possuem uma estratégia formalizada para adoção de ações relacionadas à ESG</b><span style="font-weight: 500;">, um crescimento de 14% comparado a 2021.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Outro dado que demonstra o crescimento da preocupação com ESG no Brasil é um estudo feito pela </span><a href="https://valor.globo.com/empresas/esg/noticia/2025/03/20/brasil-sobe-posicoes-entre-grandes-empresas-que-publicam-relatorios-de-sustentabilidade-aponta-kpmg.ghtml"><span style="font-weight: 500;">KPMG</span></a><span style="font-weight: 500;">, onde é informado que </span><b>93% das grandes empresas brasileiras publicaram relatórios de sustentabilidade em 2024</b><span style="font-weight: 500;">. Um crescimento de 7% em comparação a 2022.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Algo que fez o Brasil subir 8 posições e ficar em 19° na lista de 58 países que divulgam esse tipo de documento. Além disso, segundo a “</span><a href="https://www.amcham.com.br/pesquisas-e-estudos/panorama-esg-brasil-2024"><span style="font-weight: 500;">Pesquisa Panorama ESG</span></a><span style="font-weight: 500;">”, publicada pela Amcham Brasil e Humanizadas, </span><b>71% das empresas no Brasil já aplicavam práticas de ESG em 2024</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Considerando todos esses dados, é possível perceber que o </span><b>ESG deixou de ser uma tendência para o futuro e já se tornou uma necessidade para o presente</b><span style="font-weight: 500;">. E sua integração, crescimento e monitoramento deve, obrigatoriamente, envolver os profissionais de RH.</span></p><h2><b>O papel estratégico do RH no ESG</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">O ESG abrange uma transformação profunda na forma como um negócio funciona e no relacionamento que possui com cada parte interessada. E, para garantir essa mudança, </span><b>o RH funciona como um poderoso catalisador, responsável por traduzir os princípios exigidos pela ESG em práticas concretas</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Isso é especialmente importante porque cabe ao Recursos Humanos a responsabilidade sobre a gestão de pessoas, desenvolvimento de talentos, criação e manutenção da cultura organizacional. Itens onde a </span><b>sustentabilidade ambiental, a responsabilidade social e as práticas de governança transparente</b> <b>devem estar intimamente entrelaçadas para que a empresa de fato pratique a ESG.</b></p>								</div>
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									<p><span style="font-weight: 500;">Através do RH é possível conscientizar os stakeholders, em especial os colaboradores, auxiliando e fortalecendo as ações e práticas de outros setores. Por exemplo, ao incluir os princípios de ESG na </span><a href="https://blog.lugarh.com.br/como-reforcar-e-melhorar-a-cultura-organizacional/"><span style="font-weight: 500;">cultura organizacional</span></a><span style="font-weight: 500;"> será mais fácil para os profissionais compreenderem e adotarem uma postura favorável aos cuidados que devem tomar para colocá-los em prática nos setores de produção, jurídico, atendimento, entre tantos outros.</span></p><h2><b>Os 3 pilares do ESG aplicados ao RH</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Como dissemos, o ESG é moldado por três fatores principais. Cada setor irá adotar ações específicas relacionadas à sua área, sendo necessário considerar os três pilares para, de fato, estar alinhado às práticas.  Em relação ao RH, alguns exemplos de como podem ser utilizado são:</span></p><h3><i><span style="font-weight: 500;">Environmental</span></i><span style="font-weight: 500;"> (Ambiental)</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Toda empresa, independente de seu porte ou segmento, gera um impacto no meio ambiente. Para diminuir seu viés negativo, até mesmo revertendo as consequências já causadas, o RH pode inserir ações como:</span></p><ul><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Digitalização e automatização de processos</b><span style="font-weight: 500;"> que ajudam a reduzir o uso de papel;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Adoção de trabalho remoto</b><span style="font-weight: 500;"> para diminuir as emissões de carbono geradas pelo deslocamento;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Programas de conscientização</b><span style="font-weight: 500;"> ambiental destinada aos colaboradores;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Políticas de sustentabilidade</b><span style="font-weight: 500;"> obrigatórias no ambiente profissional, com a devida conscientização sobre sua importância.</span></li></ul><h3><i><span style="font-weight: 500;">Social </span></i><span style="font-weight: 500;">(Social)</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Provavelmente, é </span><b>o pilar do ESG mais relevante para o RH</b><span style="font-weight: 500;">, pois afeta diretamente na gestão de pessoas feita pelo setor. Nele, é preciso considerar o impacto da empresa na vida de colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e comunidade em geral. Entre as principais tarefas onde a ESG deve ser aplicada está:</span></p><ul><li><b>Programas de diversidade</b><span style="font-weight: 500;">, equidade e inclusão (DEI);</span></li><li><b>Ações com foco no bem-estar</b><span style="font-weight: 500;"> e saúde mental dos colaboradores;</span></li><li><b>Uso de benefícios flexíveis e sociais</b><span style="font-weight: 500;">, como o auxílio psicólogo, creche, plano de saúde, entre outros;</span></li><li><b>Inclusão de programas de desenvolvimento</b><span style="font-weight: 500;">, capacitação profissional e pessoal;</span></li><li><b>Condições de trabalho mais justas e seguras</b><span style="font-weight: 500;">, tanto no aspecto físico quanto de remuneração e benefícios;</span></li><li><b>Processos seletivos</b><span style="font-weight: 500;"> que avaliam o alinhamento dos candidatos aos valores sociais defendidos pela ESG;</span></li><li><b>Maior transparência e equidade</b><span style="font-weight: 500;"> nas oportunidades oferecidas;</span></li><li><b>Capacitação sobre temas importantes para a ESG</b><span style="font-weight: 500;">, como a diversidade, inclusão, direitos humanos, equidade e justiça social;</span></li><li><b>Estímulo a uma cultura organizacional</b><span style="font-weight: 500;"> que valoriza e respeita as diferenças, sempre com empatia e colaboração;</span></li><li><b>Maior valorização ao propósito da companhia</b><span style="font-weight: 500;"> e conscientização sobre seu impacto social;</span></li><li><b>Incentivo ao voluntariado corporativo,</b><span style="font-weight: 500;"> com recompensas aos participantes;</span></li><li><b>Uma escuta ativa dos colaboradores, </b><span style="font-weight: 500;">unida a uma cultura de </span><a href="https://blog.lugarh.com.br/feedback-quais-os-principais-modelos-e-suas-vantagens/"><span style="font-weight: 500;">feedback</span></a><span style="font-weight: 500;"> constante;</span></li><li><b>Ações de apoio e incentivo à ergonomia e segurança no trabalho.</b></li></ul><p><b></b><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/nr1-e-saude-mental-o-que-muda-com-a-nova-norma-trabalhista/"><b>NR1 e Saúde Mental: O que muda com a nova norma trabalhista?</b></a></p>								</div>
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									<h3><i><span style="font-weight: 500;">Governance</span></i><span style="font-weight: 500;"> (Governança)</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">A governança </span><b>abrange todas as práticas, sistemas e estruturas relacionadas à responsabilidade corporativa, ética, integridade e transparência</b><span style="font-weight: 500;">. Para garantir que as decisões e comportamentos dentro do negócio estejam alinhadas a ESG, o RH pode agir em aspectos como:</span></p><ul><li><b>Transparência salarial </b><span style="font-weight: 500;">e de remuneração, nos processos utilizados para o recrutamento e seleção e avaliações utilizadas para promoções;</span></li><li><b>Criação de um canal de denúncias éticas</b><span style="font-weight: 500;">, garantindo que seja totalmente seguro e amigável para os colaboradores;</span></li><li><b>Criação de um código de ética, conduta e compliance trabalhista;</b></li><li><b>Ações ativas de combate à corrupção em todos os níveis</b><span style="font-weight: 500;"> hierárquicos e processos da companhia;</span></li><li><b>Garantia de que as tomadas de decisões são feitas de forma equitativa e justa;</b></li><li><b>Investimento em estruturas de liderança diversificadas</b><span style="font-weight: 500;"> e que servem como exemplo nas práticas de ESG;</span></li><li><b>Cultura que valoriza a participação</b><span style="font-weight: 500;"> e o envolvendo todos os colaboradores na tomada de decisões (pode ser feito utilizando pesquisas, votações, fóruns, entre outros);</span></li><li><b>Transparência organizacional na comunicação, </b><span style="font-weight: 500;">incluindo na forma de informar sobre mudanças, estratégias, processos, feedbacks e políticas.</span></li></ul><h2><b>Qual a importância do ESG para RH?</b></h2><p><b>O ESG tem um papel estratégico, operacional e cultural para o RH</b><span style="font-weight: 500;">, sendo fundamental para a reputação da marca empregadora e a sustentabilidade da organização. Além disso, em um cenário onde o propósito se tornou um fator essencial para os profissionais, esse conjunto de práticas cumpre um papel importante na motivação dos trabalhadores.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Um estudo feito pela </span><a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/69337/profissionais-priorizam-proposito-ao-escolher-empresa-revela-pesquisa/"><span style="font-weight: 500;">TOTVS</span></a><span style="font-weight: 500;"> mostra que </span><b>33% dos profissionais avaliam se o propósito da empresa está alinhado com os seus valores pessoais ao decidir onde trabalhar</b><span style="font-weight: 500;">.  Algo que se intensifica nas gerações mais jovens, como mostra a pesquisa global feita pela </span><a href="https://forbes.com.br/carreira/2025/04/mais-proposito-menos-paciencia-o-que-a-geracao-z-quer-do-trabalho/"><span style="font-weight: 500;">Deloitte</span></a><span style="font-weight: 500;"> em 2024.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Nela, é informado que </span><b>86% dos profissionais da geração Z consideram que para ter satisfação no trabalho é preciso ter um senso de propósito</b><span style="font-weight: 500;">. O mesmo estudo mostra que </span><b>44% deles rejeitariam uma vaga de emprego que não esteja alinhada com seus princípios.</b></p><p><span style="font-weight: 500;">A </span><a href="https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/carreira/esg-o-que-e-e-quais-sao-suas-vantagens-para-empresa-rc"><span style="font-weight: 500;">Robert Half</span></a><span style="font-weight: 500;"> realizou uma série de entrevistas com profissionais desempregados, onde </span><b>83% afirmaram que a presença de iniciativas consistentes de ESG aumenta consideravelmente a probabilidade de aceitar uma oportunidade de trabalho</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Em paralelo a isso, </span><b>50% daqueles que estão empregados afirmam que não consideram trocar de emprego se a empresa atual tiver boas práticas de ESG</b><span style="font-weight: 500;">. Considerando esses dados, fica fácil perceber a importância dessa estratégia para a atração e retenção de talentos, justamente um dos maiores desafios para o setor de RH com o aumento da presença das novas gerações no mercado de trabalho.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Além disso, a ESG auxilia o RH no fortalecimento da cultura organizacional, enquanto potencializa os níveis de engajamento, motivação e produtividade. E, em um cenário onde </span><b>48% dos candidatos considera como importante ações com foco em DEI</b><span style="font-weight: 500;"> (Diversidade, Equidade e Inclusão) a ESG é imprescindível por ajudar a construir ambientes profissionais com essas características.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Impacto da ESG na marca empregadora</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Outro item no qual a ESG possui grande impacto é na reputação da marca e a percepção dos </span><i><span style="font-weight: 500;">stakeholders</span></i><span style="font-weight: 500;"> em relação a ela. Dois itens que </span><span style="font-weight: 400;">se tornam mais positivos e fortalecidos quando o RH incorpora ações com foco na responsabilidade ambiental e social da empresa.</span></p><p><b>Ao melhorar a imagem que clientes, os públicos interno e externo possuem da empresa, isso permite criar uma conexão com as pessoas</b><span style="font-weight: 500;">. Através dela a companhia demonstra sua proximidade, preocupação e cuidado com os trabalhadores, desenvolvendo um senso de pertencimento, união e história compartilhada nos indivíduos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Itens essenciais para fomentar a inovação, promover times mais criativos e reforçar a responsabilidade social dos envolvidos.</span></p>								</div>
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									<h2><b>Como o ESG vai moldar o futuro do RH</b></h2><p><b>Sustentabilidade e propósito são fundamentais para que as empresas permaneçam competitivas e em crescimento,</b><span style="font-weight: 500;"> e podem ser alcançados por meio das práticas de ESG. Por isso, o setor de RH tende, com uma intensidade cada vez maior, a adotar esse conjunto de práticas e ações.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Algo que beneficia diversos padrões que já são importantes para o setor, como o investimento em diversidade e inclusão e desenvolvimento dos colaboradores. Lembrando que a integração do ESG não é mais uma tendência para o futuro do RH: é um </span><b>item essencial para o sucesso das empresas do presente, que vai se destacar ainda mais nos próximos anos</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Uma forma de investir em ESG na sua empresa é adotando ferramentas confiáveis e amigáveis ao que é proposto em seus três pilares. Algo possível com</span><b> o </b><a href="https://lugarh.com.br/"><b>Lugarh</b></a><b>! um software com soluções completas para o seu RH, </b><span style="font-weight: 500;">capaz de impactar positivamente a responsabilidade ambiental, social e a transparência corporativa.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/jornada-tradicional-vs-jornada-com-o-lugarh/"><b>Jornada tradicional vs. Jornada com o Lugarh</b></a></p><p><span style="font-weight: 500;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter esclarecido todas as dúvidas em relação a ESG e seu papel para o futuro do RH. Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo de adoção dessas práticas! E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<title>Turnover e Absenteísmo: o que é, como afeta a empresa e como evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 20:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[como afeta a empresa e como evitar]]></category>
		<category><![CDATA[Turnover e Absenteísmo: o que é]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O turnover e o absenteísmo são dois indicadores-chave importantes para o RH, que sinalizam a atual capacidade do negócio em manter seus talentos. Ainda que diferentes, ambos estão relacionados e afetam não só a permanência dos profissionais, mas também a eficiência das equipes, a qualidade do ambiente profissional, a capacidade de crescimento do negócio, entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10397" class="elementor elementor-10397" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>turnover e o absenteísmo são dois indicadores-chave importantes para o RH, que sinalizam a atual capacidade do negócio em manter seus talentos. </b><span style="font-weight: 400;">Ainda que diferentes, ambos estão relacionados e afetam não só a permanência dos profissionais, mas também a eficiência das equipes, a qualidade do ambiente profissional, a capacidade de crescimento do negócio, entre outros fatores.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Acompanhar e combater o turnover e o absenteísmo são duas das responsabilidades mais importantes do RH, capazes de afetar todas as camadas da companhia. Mas, para conseguir lidar com essas KPIs, antes é importante compreender o que são e como funcionam. Saiba isso e muito mais no artigo de hoje!</span></p><h2><b>O que são turnover e absenteísmo?</b></h2><p><b>Turnover é o indicador utilizado para se referir a rotatividade de colaboradores dentro de um determinado período, considerando tanto aqueles que pediram demissão quanto os que foram demitidos</b><span style="font-weight: 400;">. É essencial para medir a estabilidade do quadro de colaboradores e identificar sinais de problemas, que podem ir desde os índices de produtividade até a reputação negativa da marca.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Já </span><b>o absenteísmo mede a frequência com que os colaboradores se ausentam do trabalho, seja por faltas (justificadas ou não), atrasos, licenças, problemas de saúde</b><span style="font-weight: 400;">, entre outros. Esse é um KPI importante, que afeta a produtividade, engajamento, clima organizacional entre outros aspectos do ambiente profissional.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/qual-a-diferenca-entre-okr-e-kpi/"><b>Qual a diferença entre OKR e KPI?</b></a></p><h2><b>A relação entre turnover e absenteísmo</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O turnover e o absenteísmo são indicadores diferentes, mas que podem se relacionar através das causas e consequências. Mais do que medir a ausência ou saída de profissionais, </span><b>esses KPIs ajudam a sinalizar o quão grave é a rotatividade e o desengajamento das equipes</b><span style="font-weight: 400;">, algo que pode gerar altos custos para o negócio.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">De modo geral, podemos dizer que </span><b>ambos refletem o nível de satisfação dos colaboradores e a qualidade do ambiente profissional. </b><span style="font-weight: 400;">Quando ambos estão em níveis negativos, isso impacta inclusive os funcionários que permanecem na empresa.</span></p>								</div>
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									<h2><b>O impacto do turnover e do absenteísmo para as empresas</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Como dissemos, o turnover e o absenteísmo geram uma série de malefícios para a organização.  Em certo nível, é esperado que ambos existam na empresa, mas é preciso trabalhar para que permaneçam nos menores índices possíveis. Caso contrário, acabam gerando problemas como:</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Custos diretos e indiretos</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">A saída de um colaborador, seja por decisão do próprio profissional ou do negócio, exige que um novo processo seletivo seja feito. Algo que leva tempo, investimento e planejamento. Entre os custos financeiros, podem ser considerados os</span><b> valores gastos com a admissão e rescisão, além dos valores necessários para que o RH faça um novo recrutamento.</b></p><p><span style="font-weight: 400;">Existem também custos indiretos, sendo um dos principais a perda de conhecimento por parte da empresa. Quando um profissional deixa seu quadro de colaboradores, ele leva consigo a compreensão sobre os processos e atividades, domínio das ferramentas, conhecimento técnico e habilidades. Algo que impõe uma perda para os colegas e para a companhia, sendo necessário, em muitos casos, o </span><b>treinamento de um novo profissional, exigindo gastos que impactam tanto o financeiro quanto o tempo para adaptação.</b></p><p><span style="font-weight: 400;">As consequências do absenteísmo podem gerar custos ainda mais imediatos. Um exemplo, é o </span><b>pagamento de salário de colaboradores que não estão presentes, possíveis horas extras para colegas que precisam cobrir suas funções e até mesmo a contratação de temporários</b><span style="font-weight: 400;"> em caso de necessidade.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/onboarding-estrategico-em-7-passos-guia-completo-para-rh/"><b>Onboarding estratégico em 7 passos: Guia completo para RH</b></a></p><h3><span style="font-weight: 400;">Produtividade e engajamento</span></h3><p><b>A entrada e saída constante de colaboradores dificulta a criação de equipes eficientes e consistentes.</b><span style="font-weight: 400;"> Todo colaborador, ainda que qualificado, leva alguns meses para se adaptar completamente aos processos e responsabilidades. Algo que pode impactar a produtividade de toda a equipe.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Também é comum que a entrada de novos profissionais gere erros, retrabalho ou falhas. Afinal, eles estão se adaptando aos processos do local. Algo que afeta a produtividade do negócio e, quanto mais recorrente se torna essa rotatividade de profissionais, mais ela diminui drasticamente os índices de motivação e engajamento da equipe.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Em relação às </span><b>ausências, elas costumam gerar sobrecarga para os demais profissionais da organização, que precisam lidar com atividades inesperadas</b><span style="font-weight: 400;">. Além do estresse causado a eles, isso também pode levar à queda na qualidade do trabalho, atrasos e erros.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o absenteísmo causa problemas tanto aos colaboradores e à empresa, quanto aos clientes. Quando as consequências desse KPI são persistentes, isso leva a complicações como problemas de saúde física e mental, queda na motivação, engajamento e produtividade, clima organizacional negativo e aumento no turnover.</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-weight: 400;">Clima organizacional</span></h3><p><b>Um alto índice de turnover transmite aos colaboradores a sensação de instabilidade</b><span style="font-weight: 400;">, o que pode fazer com que sintam que a empresa não é um local confiável para evoluir profissionalmente. Esse cenário leva a insegurança e diminui a motivação e engajamento das equipes.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Além disso, colegas que possuem uma ligação emocional com profissionais demitidos, de forma voluntária ou não, podem se sentir compelidos a abandonar a companhia já que alguém próximo acabou se afastando.</span></p><p><b>No caso do absenteísmo, as consequências primárias são o aumento do estresse dos colegas presentes</b><span style="font-weight: 400;"> que, em muitos casos, precisam realizar horas extras e têm seu tempo de descanso de qualidade reduzido.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Isso fomenta a frustração e a desmotivação e, quando se estende por um período maior, faz com que os profissionais sintam que a empresa não tem controle sobre a situação. Dessa forma, não só o desempenho das equipes é prejudicado, como também a confiança dos colaboradores na organização, promovendo também o aumento do turnover.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/qual-o-papel-do-rh-no-equilibrio-entre-vida-profissional-e-pessoal-dos-colaboradores/"><b>Qual o papel do RH no equilíbrio entre vida profissional e pessoal dos colaboradores?</b></a></p><h3><span style="font-weight: 400;">Imagem do negócio</span></h3><p><b>Colaboradores exaustos e estressados, que não confiam na empresa como sendo um local propício para o seu crescimento, potencializando um ambiente profissional negativo</b><span style="font-weight: 400;">. Esses e outros malefícios gerados pelo turnover e pelo absenteísmo prejudicam a imagem do negócio junto a clientes internos e externos.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">No primeiro caso, esse cenário dificulta o trabalho do RH para atrair, encantar e manter bons talentos no mercado. No segundo, os índices altos de turnover e absenteísmo se tornam motivos para que mais colaboradores deixem a organização, criando uma bola de neve em que fica cada vez mais difícil encontrar uma saída.</span></p><h2><b>Como lidar com o absenteísmo e o turnover?</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo para combater o turnover e o absenteísmo é manter um acompanhamento constante e detalhado de ambos os índices. Ao analisar os números, é necessário estudar o que pode estar motivando seu aumento, para só então conseguir traçar estratégias mais assertivas. Entre as principais podemos citar:</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Invista em um ambiente profissional mais saudável</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">A qualidade do ambiente em que o colaborador está inserido tem um grande impacto na permanência dele na empresa. Por isso, um número crescente de empresas tem investido em proporcionar maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, valorizando o </span><a href="https://blog.lugarh.com.br/nr1-e-saude-mental-o-que-muda-com-a-nova-norma-trabalhista/"><span style="font-weight: 400;">bem-estar do capital humano</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Isso significa </span><b>desenvolver um ambiente onde se valoriza o autocuidado, incentiva-se o descanso adequado, combate-se a sobrecarga de trabalho</b><span style="font-weight: 400;">, entre outras ações. Quando a empresa demonstra valorizar e cuidar do colaborador a probabilidade de que ele acabe se ausentando ou escolhendo ir para outra companhia diminui consideravelmente.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/como-e-por-que-criar-uma-cultura-antiestresse-no-ambiente-de-trabalho/"><b>Como e por que criar uma cultura antiestresse no ambiente de trabalho?</b></a></p><h3><span style="font-weight: 400;">Desenvolva programas de bem-estar</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Ações como a </span><b>ginástica laboral, pausas durante a jornada, benefícios flexíveis e uma cultura mais positiva</b><span style="font-weight: 400;"> são excelentes aliados no combate ao turnover e ao absenteísmo. Incentivar hábitos mais saudáveis também é uma abordagem importante, abrangendo desde a alimentação até a adoção de exercícios regulares.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a empresa pode </span><b>garantir um acompanhamento psicológico e emocional</b><span style="font-weight: 400;">, ou facilitar o acesso do colaborador a esses serviços. É preciso dar atenção também ao espaço físico onde os profissionais realizam suas atividades, garantindo que ele seja seguro, ergonômico, organizado e confortável.</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-weight: 400;">Fomente uma cultura com base em feedback contínuo</span></h3><p><b>O feedback oferece diversos benefícios, entre eles: permitir que os colaboradores se sintam ouvidos e reconhecidos, oferecer a eles conhecimento sobre o que está sendo feito de forma correta ou incorreta, auxiliar em seu desenvolvimento e crescimento e garantir maior alinhamento entre as expectativas do profissional e da empresa, </b><span style="font-weight: 400;">entre muitos outros.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Ainda dá à empresa a possibilidade de detectar problemas com antecedência, identificar riscos e se adiantar na correção de situações que podem levar ao turnover ou acentuar o absenteísmo.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/feedback-quais-os-principais-modelos-e-suas-vantagens/"><b>Feedback: Quais os principais modelos e suas vantagens?</b></a></p><h3><span style="font-weight: 400;">Realize pesquisas de clima organizacional</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Para saber como combater os riscos e problemas presentes na empresa, antes é necessário identificar quais são eles. Algo que é possível descobrir por meio de pesquisas de clima, onde o RH terá a chance de </span><b>entender quais são as dificuldades dos seus colaboradores e traçar métodos para resolvê-las.</b></p><p><span style="font-weight: 400;">Através das pesquisas, é possível identificar os principais fatores que levam ao aumento do turnover e do absenteísmo, assim como de outros </span><a href="https://blog.lugarh.com.br/13-indicadores-para-o-seu-rh/"><span style="font-weight: 400;">indicadores</span></a><span style="font-weight: 400;"> importantes para a empresa.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/avaliacao-de-desempenho-um-passo-a-passo-para-o-seu-rh/"><b>Avaliação de Desempenho: um passo a passo para o seu RH</b></a></p><h3><span style="font-weight: 400;">Atente-se a qualidade da comunicação interna</span></h3><p><b>Falhas na comunicação potencializam problemas, geram mal entendidos, dificultam o fluxo de produção</b><span style="font-weight: 400;">, entre vários outros malefícios graves para o funcionamento do negócio. Todos esses itens ajudam a criar e intensificar um ambiente negativo de trabalho, podendo aumentar os índices de absenteísmo e turnover.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para que a empresa consiga funcionar corretamente, e o ambiente profissional seja positivo e saudável, é </span><b>essencial que a comunicação seja clara, eficaz e respeitosa</b><span style="font-weight: 400;">. Garantir que todos tenham acesso às informações necessárias e saibam se comunicar de forma eficiente é uma dos fundamentos necessários para o combate ao turnover e ao absenteísmo.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Ofereça programas de desenvolvimento e treinamento</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">A falta de perspectiva de crescimento dentro do negócio é um dos motivos mais citados por profissionais que escolhem buscar novas oportunidades. Se sentir estagnado pode levar ao desânimo e a frustração, o que também ajuda a aumentar o absenteísmo.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é importante auxiliar seus colaboradores em seu crescimento profissional, oferecendo meios para evoluir e desenvolver novas habilidades e conhecimentos. </span><b>Além de combater o absenteísmo e o turnover, essa ação ainda auxilia no crescimento do próprio negócio</b><span style="font-weight: 400;">, mantendo seus talentos qualificados e competitivos frente ao mercado.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Melhore o processo de recrutamento e seleção</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Outro motivo bastante comum que leva ao turnover e ao absenteísmo é o desalinhamento entre profissional e empresa. É importante que o RH invista na </span><b>contratação de indivíduos alinhados ao </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/o-que-e-fit-cultural/"><b>fit cultural</b></a><b>, com metas e objetivos próximos ao da empresa e que se encaixem na cultura organizacional</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para que isso aconteça, o processo de recrutamento e seleção deve ser estratégico e bem planejado, sendo capaz de atrair não só os melhores talentos, mas, principalmente, aqueles que se encaixam no negócio.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/fit-cultural-qual-sua-importancia-e-30-perguntas-que-podem-ser-usadas-nos-processos-seletivos/"><b>Fit cultural: qual sua importância e 30 perguntas que podem ser usadas nos processos seletivos!</b></a></p>								</div>
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									<h2><b>A tecnologia como aliada no combate ao turnover e ao absenteísmo</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">As ações necessárias para combater o turnover e o absenteísmo exigem dedicação e cuidado, dois itens essenciais para o RH estratégico. Porém, para tê-los, é necessário conseguir simplificar as atividades operacionais do setor, que acabam ocupando um tempo longo e precioso.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para isso, surgem softwares voltados ao Recursos Humanos e ao Departamento Pessoal, que automatizam e otimizam suas atividades. É o caso do </span><b>Lugarh, que conta com soluções para admissão online, recrutamento e seleção, gestão de pessoas e BPO de coleta de documentos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p><p><b>Com o Lugarh, é possível eliminar a burocracia, automatizar o operacional e focar em soluções para lidar com os indicadores que definem o sucesso da empresa</b><span style="font-weight: 400;">. É utilizar a tecnologia como aliada para transformar seu RH e investir no crescimento do negócio.</span></p><ul><li aria-level="1"><a href="https://lugarh.com.br/"><b>Conheça mais das soluções do Lugarh</b></a><b>!</b></li></ul><p><span style="font-weight: 400;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter esclarecido todas as dúvidas sobre o turnover e o absenteísmo, e ajudado no combate a ambos os indicadores. Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo! E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://blog.lugarh.com.br/turnover-e-absenteismo-o-que-e-como-afeta-a-empresa-e-como-evitar/">Turnover e Absenteísmo: o que é, como afeta a empresa e como evitar</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.lugarh.com.br">Lugarh</a>.</p>
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		<title>PDL: Qual a importância do Programa de Desenvolvimento de Liderança e como construí-lo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 17:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura da empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[PDL: Qual a importância do Programa de Desenvolvimento de Liderança e como construí-lo?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O líder é alguém que influencia toda a estrutura da organização, sendo uma figura central para a construção de equipes de sucesso e para alcançar os objetivos do negócio. Torna-se ainda mais relevante em um mercado aquecido, como o atual, em que a busca e a manutenção de bons líderes podem se tornar ainda mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10366" class="elementor elementor-10366" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 400;">O líder é alguém que influencia toda a estrutura da organização, sendo uma figura central para a construção de equipes de sucesso e para alcançar os objetivos do negócio. Torna-se ainda mais relevante em um mercado aquecido, como o atual, em que a busca e a manutenção de bons líderes podem se tornar ainda mais difíceis.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Considerando esses pontos, o</span><b> Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL) se torna uma valiosa aliada para as organizações</b><span style="font-weight: 400;">. Com ele, é possível desenvolver líderes dentro da própria empresa, já alinhados com a cultura e objetivos do negócio.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo você aprenderá tudo sobre como funciona, como colocar em prática e a importância de um bom programa de desenvolvimento de liderança. Aproveite!</span></p><h2><b>O que é um Programa de Desenvolvimento de Liderança?</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O programa de desenvolvimento de liderança, também conhecido apenas como PDL, é uma </span><b>trilha de aprendizagem com foco no desenvolvimento de habilidades e competências essenciais para a liderança.</b><span style="font-weight: 400;"> Ele reúne uma série de atividades, metodologias, experiências práticas e treinamentos com foco na gestão.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Em um PDL, é necessário que o colaborador tenha uma visão clara sobre quais habilidades e conhecimentos deve desenvolver para ascender a posições estratégicas.  Algo que traga mais clareza sobre como progredir profissionalmente e, ao mesmo tempo, fomente a motivação e o engajamento dos colaboradores..</span></p><p><span style="font-weight: 400;">O PDL contribui tanto para a capacitação de novos gestores quanto para o desenvolvimento contínuo daqueles que já ocupam posições de liderança. Além disso, por meio dele, é possível </span><b>formar líderes mais alinhados à cultura organizacional e às necessidades do negócio</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/qual-a-diferenca-entre-okr-e-kpi/"><b>Qual a diferença entre OKR e KPI?</b></a></p><h2><b>Qual a importância de investir em um Programa de Desenvolvimento de Liderança?</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Através de um programa de desenvolvimento de liderança bem elaborado, é possível </span><b>identificar e lapidar talentos já presentes na sua organização</b><span style="font-weight: 400;">, algo que diminui os esforços e custos ao buscar isso em fontes externas. Além disso, ao valorizar seus profissionais, lhes dando um caminho claro para o crescimento, o negócio demonstra reconhecer os seus esforços.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">O reconhecimento é um aspecto bastante importante para os colaboradores, capaz de potencializar os níveis de engajamento e motivação. Também é essencial para diminuir problemas como o turnover, presenteísmo e absenteísmo.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">No caso do turnover, o PDL ainda se destaca por </span><b>incentivar os colaboradores a permanecerem na empresa</b><span style="font-weight: 400;">, mesmo ao receberem propostas de outras companhias. Afinal, existe uma perspectiva de crescimento e o sentimento de que seus esforços e talentos estão sendo reconhecidos onde já estão.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Aos colaboradores, aplicar o Programa de Desenvolvimento de Liderança oferece uma trilha de crescimento excelente para o seu desenvolvimento profissional, levando-os a progredir na carreira. Para as empresas ele </span><b>gera líderes mais preparados, capacitados para tomar decisões de forma mais estratégica e alinhados à cultura e às metas da organização</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Qual a importância e papel dos líderes nas empresas?</span></h3><p><b>Bons líderes inspiram suas equipes, atuando como exemplos que auxiliam na criação e manutenção de um ambiente mais inovador, produtivo e saudável</b><span style="font-weight: 400;">. São essenciais para o mundo corporativo, conseguindo promover e fortalecer a cultura de forma positiva. Além disso, essa figura é necessária para a gestão do tempo, a otimização dos processos das equipes e a manutenção de uma comunicação clara e sem ruídos.</span></p>								</div>
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									<p><span style="font-weight: 400;">Um dos objetivos do Programa de Desenvolvimento de Liderança é ajudá-los a chegar a esse papel, inclusive ao desenvolver habilidades importantes, como uma visão mais estratégica e de longo prazo sobre como traçar e alcançar objetivos. </span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/como-reforcar-e-melhorar-a-cultura-organizacional/"><b>Como reforçar e melhorar a cultura organizacional?</b></a></p><h2><b>Como criar um Programa de Desenvolvimento de Liderança?</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Como vimos até aqui, o Programa de Desenvolvimento de Liderança é essencial para os negócios e também para os profissionais. É um método que permite a ambos crescerem e progredirem em direção a suas metas, enquanto promovem o aprendizado e a evolução constante. Para criar um PDL é necessário:</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Definir necessidades e objetivos</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo para traçar um PDL é </span><b>entender quais são as lacunas e necessidades das lideranças presentes na organização</b><span style="font-weight: 400;">. É preciso lembrar que o plano de desenvolvimento deve considerar quais habilidades e competências são necessárias para o líder ideal desejado pela companhia. Ou seja, </span><b>é preciso conhecer quais desafios a empresa está enfrentando e quais competências seus líderes devem ter para conseguir superá-los</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p><p><span style="font-weight: 400;">O PDL deve ser elaborado com base em necessidades específicas, que serão descobertas através de uma análise cuidadosa e detalhada da organização.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Identificar talentos em potencial</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Após a análise cuidadosa sobre quais habilidades e competências serão necessárias para um bom líder dentro da empresa, chegou o momento de</span><b> identificar os talentos em potencial. </b><span style="font-weight: 400;">Lembrando que não são apenas novos líderes que podem integrar o PDL, mas também gestores em ascensão e até mesmo executivos.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A escolha do público-alvo deve ser feita com base nas lacunas identificadas no passo anterior, e </span><b>o conteúdo será adequado conforme o nível e experiências de cada unidade</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Escolher conteúdo e métodos</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Existem diversos modos para auxiliar no aprendizado dos colaboradores como: mentorias, coaching, workshops, cursos, treinamentos, simulações, estudos de caso, entre outros. </span><b>A escolha do mais adequado deve levar em consideração o objetivo do PDL, nível de experiência do público-alvo e melhores abordagens para absorver as competências chave</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">É preciso também considerar o investimento disponível para o programa de desenvolvimento de liderança, assim como as necessidades específicas do colaborador. Afinal, o que funciona bem como fonte de aprendizado para alguns pode não ser a melhor escolha para outros.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/upskilling-e-reskilling-o-que-e-e-como-pode-manter-as-empresas-competitivas/"><b>Upskilling e Reskilling: o que é e como pode manter as empresas competitivas?</b></a></p><h3><span style="font-weight: 400;">Criar um cronograma</span></h3><p><b>Tanto a empresa quanto o colaborador devem ter uma visão clara sobre o funcionamento e progressão do PDL</b><span style="font-weight: 400;">. Isso significa ter módulos bem definidos, com períodos estabelecidos, metas claras e modos de avaliação conhecidos por ambas as partes.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Além de permitir que a companhia saiba como está o andamento do PDL, ter um cronograma claro também incentiva o profissional. Ao concluir metas e progredir nos módulos, é possível despertar a sensação de avanço e crescimento, o que leva a um aumento na motivação e no engajamento do próprio profissional dentro do Programa de Desenvolvimento de Liderança.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Escolher bons mentores e instrutores</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">O sucesso do PDL depende não só da motivação e dedicação do colaborador, mas também da qualidade do aprendizado oferecido. Por isso, é importante garantir que seus instrutores e mentores são capacitados para oferecer o necessário, </span><b>tendo domínio sobre o assunto, assim como habilidades interpessoais e conhecimentos técnicos necessários</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-weight: 400;">Acompanhar continuamente</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">O plano de desenvolvimento de liderança </span><b>é um trabalho contínuo, que deve ser avaliado e ajustado constantemente</b><span style="font-weight: 400;">. A avaliação sobre sua efetividade e resultados é importante para saber se os objetivos pretendidos estão sendo alcançados, quais problemas estão enfrentando e como melhorar e otimizar processos.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Já os reajustes são fundamentais para se adaptar às mudanças nas necessidades da companhia e dos colaboradores, às tendências do mercado, aos novos desafios enfrentados pela companhia, entre outros aspectos.</span></p><h2><b>Primeira vez elaborando um PDL? Comece com um projeto piloto!</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Se sua empresa nunca integrou um Plano de Desenvolvimento de Liderança, o ideal é começar com um projeto piloto. </span><b>Ele seguirá todos os passos citados acima, mas sendo aplicados a uma equipe ou setor específicos</b><span style="font-weight: 400;"> que servirão como um primeiro teste do funcionamento.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Através dos resultados e análises, é possível notar onde existem gargalos, erros e acertos para, então, traçar estratégias de como melhorar o PDL. Importante frisar que </span><b>esse programa não possui um prazo de validade</b><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, o acompanhamento e avaliação das lideranças deve continuar, assim como o desenvolvimento de novas competências sempre que necessário.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Ao concluir que seu projeto piloto foi um sucesso, as arestas foram polidas e os pontos de acerto e erro identificados, então chegou o momento de levá-lo para os demais setores. Sempre considerando as necessidades e objetivos de cada um deles!</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-weight: 400;">Avaliação 360°: acompanhe o crescimento dos seus líderes!</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Acompanhar o desempenho de seus líderes é algo importante, especialmente no começo da sua gerência. Para isso, é </span><b>recomendado realizar uma avaliação 360°, que reúna as percepções de colaboradores em diferentes posições hierárquicas</b><span style="font-weight: 400;">, algo que ajudará a ter uma visão mais clara sobre seu verdadeiro desempenho.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Os resultados dessa avaliação permite continuar polindo esses talentos, assim como entender onde melhorar futuros programas de desenvolvimento de liderança.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/feedback-quais-os-principais-modelos-e-suas-vantagens/"><b>Feedback: Quais os principais modelos e suas vantagens?</b></a></p><h2><b>Quais são os tipos de Programas de Desenvolvimento de Liderança?</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Assim como em outras ferramentas utilizadas no ambiente corporativo, existem diversos modelos de Programas de Desenvolvimento de Lideranças. A escolha sobre qual será usado na organização será feita com base nas necessidades dos profissionais e da empresa, mas, entre os principais, podemos destacar:</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Novos gestores</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">É um PDL com </span><b>foco em profissionais que vão assumir uma posição de liderança pela primeira vez</b><span style="font-weight: 400;">. Nele, é comum que os colaboradores precisem desenvolver habilidades e competências básicas para atuar na gestão, como a resolução de conflitos, comunicação, empatia e delegação.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para esses profissionais, um dos maiores desafios é a transição de colaborador individual, cuja preocupação está mais relacionada à sua própria performance e responsabilidade, para alguém que deve pensar principalmente no coletivo.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Líderes executivos</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">São programas de desenvolvimento com </span><b>foco naquelas pessoas que já ocupam funções de liderança, em especial executivos e diretores</b><span style="font-weight: 400;">, e que devem evoluir em competências avançadas e estratégicas. É o caso daquelas que precisam ter visão de longo prazo, gestão de mudanças e tomada de decisão em nível organizacional.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Soft skills</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Será utilizada para </span><b>aprimorar habilidades interpessoais, visando tornar a liderança mais eficaz independente de qual seja o nível hierárquico do colaborador</b><span style="font-weight: 400;">. Inclui itens como a criatividade, inteligência emocional, colaboração e empatia.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Esse é um PDL importante para preparar líderes capazes de gerir pessoas de forma empática, conseguindo criar um vínculo forte e saudável com seus liderados, criando um ambiente de trabalho mais harmonioso, inovador e produtivo.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">Customizados</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Quando uma empresa está presente em setores únicos ou possuem necessidades mais específicas em seus líderes, costuma-se utilizar um Programa de Desenvolvimento de Liderança personalizado. Ele é </span><b>formulado para se alinhar à cultura e metas da companhia, através de conteúdos desenvolvidos sob medida</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>								</div>
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									<h2><b>Como o Programa de Desenvolvimento de Liderança auxilia na retenção de talentos?</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O PDL traz uma série de benefícios para as empresas, especialmente na retenção de talentos, sendo possível atuar em duas frentes. A primeira delas é a valorização dos colaboradores, o que faz com que eles criem um vínculo mais forte com sua liderança e colegas, algo bastante considerado ao avaliar a oportunidade de mudar de emprego.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">O segundo é o impacto de uma boa liderança sobre as equipes. Um estudo realizado pela </span><a href="https://www.mundorh.com.br/um-lider-tem-influencia-de-ate-70-no-engajamento-dos-funcionarios/"><span style="font-weight: 400;">Gallup</span></a><span style="font-weight: 400;"> informa que </span><b>70% do engajamento do colaborador com a empresa é influenciado diretamente pela relação com o líder, sendo que 50% considera pedir demissão caso tenha problemas com seu gestor</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, ter um bom líder à frente da equipe afeta diretamente no desempenho e permanência dos liderados. Ao investir em um bom programa de desenvolvimento de liderança, é possível auxiliar diretamente seus gestores para que atuem como uma figura positiva na organização, conseguindo compreender suas responsabilidades e a importância de agir de forma empática e estratégica com seus colegas.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/avaliacao-de-desempenho-um-passo-a-passo-para-o-seu-rh/"><b>Avaliação de Desempenho: um passo a passo para o seu RH</b></a></p><p><span style="font-weight: 400;">E aí, o que achou do artigo? Conseguimos esclarecer todas as suas dúvidas sobre como funciona o PDL? Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo! E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://blog.lugarh.com.br/pdl-qual-a-importancia-do-programa-de-desenvolvimento-de-lideranca-e-como-construi-lo/">PDL: Qual a importância do Programa de Desenvolvimento de Liderança e como construí-lo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.lugarh.com.br">Lugarh</a>.</p>
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		<title>PDI: Guia Completo do Plano de Desenvolvimento Individual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 17:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura da empresa]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[PDI: Guia Completo do Plano de Desenvolvimento Individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plano de desenvolvimento individual, também chamado apenas de PDI, é uma ferramenta que permite impulsionar a evolução do colaborador de forma estratégica. Com ela, é possível garantir que o profissional esteja em constante crescimento, algo positivo tanto para o negócio quanto para o indivíduo. Adaptável e abrangente, o PDI pode ser utilizado em diversos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://blog.lugarh.com.br/pdi-guia-completo-do-plano-de-desenvolvimento-individual/">PDI: Guia Completo do Plano de Desenvolvimento Individual</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.lugarh.com.br">Lugarh</a>.</p>
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									<p><span style="font-weight: 500;">O </span><b>plano de desenvolvimento individual</b><span style="font-weight: 500;">, também chamado apenas de PDI, é uma ferramenta que </span><b>permite impulsionar a evolução do colaborador de forma estratégica</b><span style="font-weight: 500;">. Com ela, é possível garantir que o profissional esteja em constante crescimento, algo positivo tanto para o negócio quanto para o indivíduo.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Adaptável e abrangente, o PDI pode ser utilizado em diversos cenários. Além disso, é um aliado na atração de talentos, redução do turnover e diversos outros fatores que contribuem imensamente para a organização.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Saiba mais sobre o que é um plano de desenvolvimento individual, seus benefícios, como aplicá-lo em sua empresa e muito mais no artigo de hoje. Aproveite!</span></p><h2><b>O que é Plano de Desenvolvimento Individual (PDI)?</b></h2><p><b>O plano de desenvolvimento individual é um planejamento estruturado pelo RH, liderança e colaborador, onde são mapeadas habilidades e competências que devem ser desenvolvidas ou melhoradas</b><span style="font-weight: 500;">. Ele é construído de forma estratégica, buscando alinhar expectativas e necessidades tanto do colaborador quanto da organização.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Dentro do PDI, são definidas ações de curto, médio e longo prazo, com medidas claras e específicas a serem tomadas para alcançar um objetivo. Através delas, é possível orientar e acompanhar o crescimento do colaborador, um desenvolvimento que o beneficia de forma pessoal e profissional, mas que também contribui para os resultados da empresa.</span></p><h2><b>Qual a importância do PDI para as empresas?</b></h2><p><b>Com um bom plano de desenvolvimento pessoal, é possível alinhar objetivos entre colaborador e empresa</b><span style="font-weight: 500;">, encontrando um ponto de equilíbrio para que ambos consigam avançar em direção às suas próprias metas. Além disso, o PDI proporciona ao RH e à empresa uma visão mais ampla e consistente dos pontos fortes e fracos dos seus times.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A capacidade de identificar competências e habilidades necessárias, e em falta nos colaboradores, é também uma forma de notar pontos que devem ser melhorados para garantir maior desempenho e performance da companhia. Com um bom PDI, é possível medir os níveis de motivação e engajamento das equipes, ambos os aspectos essenciais para as metas da organização.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Outro ponto bastante interessante do PDI é a possibilidade de </span><b>acompanhar o crescimento dos seus colaboradores</b><span style="font-weight: 500;"> e, com isso, identificar talentos em potencial para promoções, troca de funções, projetos específicos, entre outros cenários.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Através disso, é possível que a empresa invista na melhoria da força de trabalho, fazendo com que suas equipes tenham maior poder e motivação para alcançar suas metas. Isso enquanto mantém colaboradores, RH, líderes e gestores na mesma página, algo fundamental para o funcionamento de uma equipe de alta performance.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/upskilling-e-reskilling-o-que-e-e-como-pode-manter-as-empresas-competitivas/"><b>Upskilling e Reskilling: o que é e como pode manter as empresas competitivas?</b></a></p>								</div>
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									<h2><b>Quais são as vantagens de ter um Plano de Desenvolvimento Individual?</b></h2><p><b>Investir em um plano de desenvolvimento pessoal garante benefícios para a performance das equipes, reputação da empresa, relacionamento entre líderes e liderados e muito mais. </b><span style="font-weight: 500;">É uma ferramenta poderosa que garante bons resultados tanto à organização quanto ao profissional que busca evoluir em sua carreira, sendo essencial para o crescimento de ambos. Saiba mais a seguir:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Benefícios do PDI para empresas:</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Além de garantir maior alinhamento entre empresa e colaborador, o PDI é uma </span><b>excelente estratégia para investir e demonstrar valorização do capital humano</b><span style="font-weight: 500;">. O investimento por parte da organização no crescimento pessoal do profissional reforça o sentimento de reconhecimento e cuidado, algo que potencializa os sentimentos de pertencimento, motivação e engajamento.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Como consequência, existe um </span><b>aumento na produtividade, maior qualidade nas entregas e aumento na probabilidade de se alcançar metas e objetivos da empresa</b><span style="font-weight: 500;">. O PDI ainda consegue </span><a href="https://blog.lugarh.com.br/inbound-recruiting-como-atrair-os-melhores-talentos-com-estrategia/"><span style="font-weight: 500;">atrair e manter talentos</span></a><span style="font-weight: 500;">, diminuindo o turnover, e auxiliar em estratégias fundamentais como a Employer Branding e a Employee Experience.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Benefícios do PDI para os colaboradores:</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Para que um plano de desenvolvimento pessoal funcione corretamente, é preciso contar com o esforço e a dedicação do colaborador. Algo que pode ser mais fácil de alcançar assim que o profissional toma conhecimento das vantagens para o seu crescimento pessoal e profissional ao ter um bom PDI.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Um dos principais benefícios é a possibilidade de ter uma </span><b>visão mais clara de sua carreira</b><span style="font-weight: 500;">, conhecendo pontos específicos a serem melhorados para que possa avançar de nível e direcionar sua trajetória até os seus próprios objetivos. Além disso, o desenvolvimento contínuo o coloca em uma </span><b>posição mais vantajosa no mercado de trabalho, e não somente dentro da empresa em que atua</b><span style="font-weight: 500;">, o que lhe traz maior satisfação e propósito.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A autonomia e a possibilidade de autogerenciar sua carreira são outros pontos de destaque, assim como a motivação para progredir e crescer que vem desses aspectos. O processo de estruturação do PDI também pode contribuir para a melhora no relacionamento entre liderança e liderado, algo bastante positivo para a convivência da equipe.</span></p>								</div>
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									<h2><b>Como implementar o PDI em suas equipes?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Estruturar um plano de desenvolvimento individual não é algo que pode ser feito de um dia para o outro. O uso do PDI pela organização deve ser um reflexo de </span><b>uma </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/como-reforcar-e-melhorar-a-cultura-organizacional/"><b>cultura organizacional</b></a><b> que tem como um de seus pilares a colocação do colaborador no centro</b><span style="font-weight: 500;">, conhecendo e valorizando as vantagens de investir no seu desenvolvimento.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Tendo isso em mente, é preciso seguir alguns passos como:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Avaliação de desempenho</span></h3><p><b>Antes de iniciar o PDI, é preciso saber exatamente o que é necessário para o profissional evoluir</b><span style="font-weight: 500;">. Para isso, você pode contar com a avaliação de desempenho, uma análise que busca identificar pontos fortes e fracos do colaborador, mapeamento qual é seu momento atual para desenhar o que é necessário para chegar na meta estipulada.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Através de uma boa avaliação de desempenho é possível adquirir dados concretos sobre membros da equipe, o que resulta em planos de desenvolvimento mais assertivos e com melhores resultados. É importante lembrar que é possível utilizar métodos de análise semelhantes, mas deve-se sempre considerar que cada profissional conta com características únicas que vão exigir um passo a passo específico.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Outro item complementar que será bastante importante é a </span><b>pesquisa de clima organizacional, que permite ao RH identificar em que situação a empresa está, como um todo, no momento.</b><span style="font-weight: 500;"> Isso será útil para traçar objetivos e metas mais alinhados com as necessidades da organização, orientando os profissionais em direção a uma estratégia mais adequada para auxiliar no crescimento de ambos.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/avaliacao-de-desempenho-um-passo-a-passo-para-o-seu-rh/"><b>Avaliação de Desempenho: um passo a passo para o seu RH</b></a></p><h3><span style="font-weight: 500;">Definir objetivos e metas</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Ao ter uma visão clara de onde o colaborador está, assim como qual é o cenário atual da organização, é possível traçar objetivos e metas. Este é um dos passos mais importantes do PDI, onde é preciso definir </span><b>quais serão as prioridades para empresa e colaborador</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Ao mapear as competências e habilidades a serem desenvolvidas ou melhoradas, é preciso </span><b>listar quais delas oferecem maior urgência para as metas da organização</b><span style="font-weight: 500;">, lembrando que é necessário estar alinhado também às necessidades do colaborador.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Análise de custos</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Ao saber onde se deseja chegar, é o momento de descobrir o como e o quanto isso pode custar. </span><b>Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas para construir um plano de desenvolvimento individual, que incluem alternativas pagas e gratuitas</b><span style="font-weight: 500;">. Algumas empresas destinam um valor monetário para o PDI dos seus colaboradores, enquanto outras não possuem esse costume.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Na fase de análise de custos, é preciso considerar quais estratégias serão utilizadas, se existem alternativas que se encaixam dentro dos recursos disponíveis ou se será preciso solicitar fundos. Apenas após esse estudo será possível criar, de fato, um cronograma com prazos sobre o que deve ser feito, como e até quando.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Criar um cronograma</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">A criação do cronograma é </span><b>uma das etapas mais importantes e deve contar com a participação do colaborador,</b><span style="font-weight: 500;"> tanto para fortalecer seu protagonismo no processo do PDI quanto para deixar todos os envolvidos conscientes dos prazos e das responsabilidades de cada parte.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Inclusive, um dos pontos mais importantes de um bom PDI é a definição dos prazos. Eles são importantes para </span><b>garantir que as metas sejam alcançadas dentro do período esperado</b><span style="font-weight: 500;"> e podem ser utilizados para acompanhar e medir como estão transcorrendo as ações do PDI na rotina do profissional.</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-weight: 500;">Feedbacks</span></h3><p><b>O feedback é uma parte essencial do desenvolvimento, tanto antes quanto depois da aplicação do PDI</b><span style="font-weight: 500;">. Assim que a avaliação de desempenho for finalizada é necessário dar um retorno ao colaborador, explicando o porquê da sua nota, os pontos identificados e as ações necessárias a partir dali.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Esse momento também pode servir para construir o plano de desenvolvimento em conjunto, algo importante para manter o profissional onde ele deve estar: no papel de protagonista. Os feedbacks ainda se fazem necessários durante o processo, para acompanhar como está sendo a experiência, e também após a finalização do prazo, para avaliar se os objetivos foram alcançados.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/feedback-quais-os-principais-modelos-e-suas-vantagens/"><b>Feedback: Quais os principais modelos e suas vantagens?</b></a></p><h2><b>Qual a duração de um PDI?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A duração de um PDI </span><b>pode variar conforme a demanda e complexidade dos itens a serem desenvolvidos</b><span style="font-weight: 500;">. Porém, o mais comum é que dure de três meses a um ano, sendo divididos em versões de curto, médio e longo prazo.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">O ideal é que a duração </span><b>seja definida pelo líder, equipe de RH e colaborador em conjunto</b><span style="font-weight: 500;">, considerando cada aspecto do plano de desenvolvimento individual do profissional em questão. Por isso, não existe um tempo pré-estabelecido válido para todos, já que é importante analisar cada caso individualmente.</span></p><h2><b>Qual ferramenta usar no Plano de Desenvolvimento Individual?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Muitos itens podem ser utilizados como aliados em um PDI, como livros, cursos, treinamentos, mentorias, consumo de blog posts, podcasts e até mesmo vídeos no YouTube. Para definir quais serão necessários, criando um roteiro eficiente, o RH e as lideranças podem utilizar o método 5W2H, no qual são definidos:</span></p>								</div>
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									<p><span style="font-weight: 500;">Através do </span><b>5W2H é possível ter uma ideia clara do que precisa ser feito, como, por quem e com qual motivação</b><span style="font-weight: 500;">. Outro ponto interessante é que cada resposta corresponde a uma das etapas do PDI, o que simplifica sua estruturação.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/qual-o-papel-do-rh-no-equilibrio-entre-vida-profissional-e-pessoal-dos-colaboradores/"><b>Qual o papel do RH no equilíbrio entre vida profissional e pessoal dos colaboradores?</b></a></p><h2><b>Como fazer um PDI de sucesso?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Para criar um PDI de sucesso é fundamental </span><b>estabelecer metas ambiciosas, mas alcançáveis</b><span style="font-weight: 500;">. Além disso, é recomendado “quebrar” grandes objetivos em pequenas tarefas, que serão mais fáceis de acompanhar, além de transmitir a sensação para o colaborador de evolução constante, o que aumenta a motivação.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">É preciso lembrar ainda que, para ter sucesso e ser eficiente, </span><b>um plano de desenvolvimento individual deve se basear em dados concretos. </b><span style="font-weight: 500;">Isso significa um acompanhamento constante dos seus colaboradores, para entender onde cada um deles está e, em conjunto, onde devem chegar.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A definição de um objetivo final para o PDI é outro item a ser considerado, assim como a necessidade de priorizar quais habilidades e competências devem ser desenvolvidas. Lembrando que</span><b> é possível (e até mesmo recomendado) que cada profissional passe por diversos planos de desenvolvimento,</b><span style="font-weight: 500;"> então não é necessário pedir que ele aprenda todos os itens de uma só vez.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/jornada-de-trabalho-entenda-os-tipos-de-escalas-e-seus-beneficios/"><b>Jornada de Trabalho: Entenda os Tipos de Escalas e Seus Benefícios</b></a></p><p><span style="font-weight: 500;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter ajudado a desvendar todas as dúvidas sobre o PDI e como aplicá-lo em sua empresa. Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo! E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<title>Guia completo da licença-maternidade: regras, direitos e funcionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leis trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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		<category><![CDATA[Guia completo da licença-maternidade: regras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A licença-maternidade é um direito garantido por lei e fundamental para o desenvolvimento das crianças e bem-estar das mães. Apesar de ser um benefício comum na rotina profissional, ainda gera muitas dúvidas nos setores de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, além das próprias colaboradoras. Para esclarecê-las, preparamos um guia completo sobre licença-maternidade, incluindo suas regras, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10298" class="elementor elementor-10298" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 500;">A </span><b>licença-maternidade é um direito garantido por lei e fundamental para o desenvolvimento das crianças e bem-estar das mães</b><span style="font-weight: 500;">. Apesar de ser um benefício comum na rotina profissional, ainda gera muitas dúvidas nos setores de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, além das próprias colaboradoras.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para esclarecê-las, preparamos um guia completo sobre licença-maternidade, incluindo suas regras, quem tem direito ao benefício, como ele funciona e muito mais. Um conteúdo excelente para orientar o RH e evitar que as empresas sofram com passivos trabalhistas. Além disso, ajuda a deixar todas as mamães bem informadas sobre seus direitos e deveres. Confira!</span></p><h2><b>O que é licença-maternidade?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A licença-maternidade é um </span><b>direito garantido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), detalhado no </b><a href="https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10721384/artigo-392-do-decreto-lei-n-5452-de-01-de-maio-de-1943"><b>artigo 392</b></a><span style="font-weight: 500;">, e que pode ser utilizado por todas as profissionais contratadas no contrato CLT, ou de “carteira assinada”, como é popularmente conhecido. Contempla também empreendedoras, desempregadas e trabalhadoras informais, desde que satisfeitas determinadas exigências.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Com o benefício, </span><b>mulheres que dão à luz ou adotam têm direito a um afastamento de 120 dias sem prejuízo ao seu salário e emprego</b><span style="font-weight: 500;">, período que pode ser estendido em até 180 dias sob determinadas circunstâncias. A licença-maternidade surgiu em 1943, dando às mulheres o direito a se afastar de suas funções por quatro semanas antes do parto.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Na época, já existia a possibilidade desse tempo ser estendido por mais oito semanas após o nascimento. Foi em 1988, através da promulgação da </span><a href="https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1503907193/constituicao-federal-constituicao-da-republica-federativa-do-brasil-1988"><span style="font-weight: 500;">Constituição Federal</span></a><span style="font-weight: 500;">, que a licença-maternidade passou a durar os 120 dias utilizados até hoje, após a </span><b>decisão de tornar a proteção à maternidade um direito social</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/leis-trabalhistas-para-rh-tudo-o-que-voce-precisa-saber/"><b>Leis trabalhistas para RH: tudo o que você precisa saber</b></a></p><h2><b>Qual a importância da licença-maternidade?</b></h2><p><b>O período após o nascimento é um momento de extrema vulnerabilidade tanto para a mãe quanto para o bebê</b><span style="font-weight: 500;">, tornando essencial que tenham tempo de qualidade juntos. Um bom exemplo é o leite materno que, </span><a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Maes-e-Trabalho/noticia/2015/03/licenca-maternidade-importancia-para-mae-e-o-bebe.html"><span style="font-weight: 500;">segundo especialistas</span></a><span style="font-weight: 500;">, contribui para o desenvolvimento da criança oferecendo a ela todos os nutrientes necessários, com o menor risco possível de infecção, ajudando na digestão e impedindo o surgimento de doenças respiratórias.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Além disso, </span><b>mães que conseguem estar próximas e disponíveis para os seus bebês logo após o nascimento tendem a estar mais atentas ao desenvolvimento e aos sinais da criança</b><span style="font-weight: 500;">, algo bastante perceptível durante as consultas pediátricas. O período pós-parto ainda representa uma fase de grande vulnerabilidade para as mulheres, sendo bastante comum o surgimento de transtornos psiquiátricos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Com isso, o período de afastamento do trabalho permite que a funcionária possa ter mais liberdade para focar no bem-estar próprio e do filho, algo que influencia diretamente na saúde de ambos. O contato direto e constante com a mãe ainda interfere no desenvolvimento da criança, estimulando suas conexões neurais e fazendo com que o bebê se sinta amado, seguro e acolhido. Aspectos que afetam sua inteligência emocional por toda a vida.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Com isso, </span><b>a licença-maternidade cumpre um papel essencial na saúde física e mental das colaboradoras</b><span style="font-weight: 500;"> e, consequentemente, em seu rendimento ao voltar a sua função. Seu cumprimento é essencial para o desenvolvimento das futuras gerações, manutenção da atual e ainda gera frutos ao desempenho e resultados do negócio.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/nr1-e-saude-mental-o-que-muda-com-a-nova-norma-trabalhista/"><b>NR1 e Saúde Mental: O que muda com a nova norma trabalhista?</b></a></p>								</div>
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									<h2><b>Quem tem direito a licença-maternidade? </b></h2><p><b>Todas àquelas contratadas com carteira assinada possuem direito à licença-maternidade, </b><span style="font-weight: 500;">assim como é comum a outros direitos garantidos através da CLT. Isso vale também para empregadas domésticas e trabalhadoras rurais.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Além delas, podem usufruir desse benefício </span><b>trabalhadoras informais e empreendedoras que estão em dia com o INSS</b><span style="font-weight: 500;"> e contribuíram por pelo menos dez meses, e </span><b>desempregadas que tenham contribuído por pelo menos cinco meses</b><span style="font-weight: 500;"> antes da solicitação.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A CLT ainda garante estabilidade e segurança para as funcionárias, estabelecendo que elas não podem ser dispensadas de suas funções por cinco meses após a volta, salvo circunstâncias de justa causa. Para solicitar a licença-maternidade (no caso de trabalhadoras CLT) é preciso apenas apresentar ao RH da empresa ou empregador um atestado médico.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Essas são regras gerais necessárias para utilizar a licença-maternidade, porém existem situações onde as regras precisam ser adaptadas ou complementadas. É o caso de:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Adoção ou guarda judicial</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Ao contrário do que alguns podem pensar, a licença-maternidade não se aplica apenas àquelas que são mães biológicas. </span><b>A lei resguarda e protege a maternidade também daquelas que optam pela adoção</b><span style="font-weight: 500;">, fazendo com que tenham direito aos mesmos 120 dias destinados às mulheres que dão à luz.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Nesses casos, a licença-maternidade pode ser </span><b>utilizada por mulheres que adotam crianças de até 12 anos ou que assumem a guarda judicial de uma criança</b><span style="font-weight: 500;">. Assim como no caso tradicional, essas funcionárias podem se afastar da rotina profissional sem prejuízos em seu salário ou perigo de perder o emprego por 120 dias.</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-weight: 500;">Aborto espontâneo</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Em casos de um </span><b>aborto até 23 semanas de gestação a funcionária tem direito a duas semanas de afastamento</b><span style="font-weight: 500;">. Esse período não gera alterações em seu salário, e sua segurança continua sendo assegurada pela lei, inclusive garantindo que volte a sua função anterior ao voltar ao emprego.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Esse cuidado é necessário devido às consequências geradas à saúde física e mental da profissional com o momento, que podem gerar graves consequências caso não seja tratado com atenção. No caso de gestações interrompidas após 23 semanas daremos mais detalhes a seguir.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Falecimento do bebê</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Infelizmente </span><b>existem casos onde o bebê acaba falecendo ainda no útero ou acaba nascendo sem vida</b><span style="font-weight: 500;">. Esse caso se enquadra em gestações que enfrentam complicações após 23 semanas e também naquelas em que o bebê pode, por exemplo, nascer natimorto.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Nesses casos, a lei estabelece que </span><b>a mulher possui direito aos 120 dias de licença-maternidade, assim como é descrito no </b><a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/32120879/do1-2015-01-22-instrucao-normativa-n-77-de-21-de-janeiro-de-2015-32120750"><b>artigo 343 da Instrução Normativa nº 77</b></a><span style="font-weight: 500;"> de 21 de janeiro de 2015. Possuem direito também ao auxílio-maternidade, segurança ao voltar ao trabalho e garantia de que seu salário não sofrerá represálias.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/empatia-no-trabalho-por-que-e-uma-habilidade-importante/"><b>Empatia no trabalho: por que é uma habilidade importante?</b></a></p><h3><span style="font-weight: 500;">Falecimento da mãe</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Outra situação bastante delicada são os casos onde quem acaba falecendo é a mãe. </span><b>A Constituição Federal e a CLT já garantem aos pais um período de licença-paternidade, mas, em casos onde a mãe acaba falecendo, eles passam a ter direito à licença-maternidade</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Caso a morte seja imediata, o pai passa a ter direito aos 120 dias que seriam destinados à mãe, mas se ocorrer algum tempo após a adoção ou nascimento ele pode utilizar o número de dias restantes. Lembrando que também terá garantida sua segurança após a volta a função e a preservação do seu salário.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Parto antecipado</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Algo importante para o RH se manter atento é que, </span><b>ainda que a funcionária entregue um atestado médico informando a data em que pretende sair em licença-maternidade (com base na data do parto) , esse dia acaba sendo uma estimativa</b><span style="font-weight: 500;">. Mesmo em casos de cesariana, onde existe um planejamento sobre o momento exato do nascimento, o dia pode ser alterado conforme as circunstâncias.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Isso faz com que seja possível que a colaboradora acabe tendo um parto antecipado, o que </span><b>não deve influenciar no seu direito ou período de licença-maternidade</b><span style="font-weight: 500;">. Afinal, a antecipação não é um ato para prejudicar o empregador, mas sim um acontecimento natural a esse processo.</span></p><h2><b>Afastamento de gestante do local insalubre</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Como vimos, a licença-maternidade garante que a funcionária seja mantida e possa retornar a sua função sem alterações. Porém, </span><b>nos casos onde atua em uma posição que a coloca em risco, é necessário que a empresa a transfira para uma atividade salubre</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Isso vale para gestantes e lactantes que atuam em profissões com grau mínimo, médio e máximo de insalubridade. Frisando que a alteração de função não deve gerar prejuízos à remuneração da mulher. Então, caso ela receba adicional de insalubridade esse valor será mantido, por exemplo.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Em casos onde não seja possível a empresa recolocar a funcionária em uma função salubre a gestação passa a ser considerada de risco, fazendo com que ela tenha o direito de ser afastada e receber salário-maternidade.</span></p><h2><b>Quanto tempo dura a licença-maternidade?</b></h2><p><b>O mais comum é que a licença-maternidade dure por 120 dias</b><span style="font-weight: 500;">, que podem se iniciar a partir do dia do nascimento ou até 28 dias antes, desde que seja apresentado um atestado médico. Esse período é válido também em casos de guarda judicial ou adoção, assim como na transferência do direito ao pai caso a mãe acabe falecendo.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Caso a mulher sofra com um aborto espontâneo até a 23° semana de gestação ela terá direiro a duas semanas de afastamento, perído que se estende para os 120 dias caso alguma fatalidade aconteça após as 23 semanas ou o bebê acabe nascendo natimorto. </span><b>Existe ainda uma situação onde a licença-maternidade pode chegar a 180 dias</b><span style="font-weight: 500;">, e iremos explicar mais sobre ela a seguir.</span></p>								</div>
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									<h3><span style="font-weight: 500;">Prorrogação da licença-maternidade através do Programa Empresa Cidadã</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Em 2008, foi criada a </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11770.htm"><span style="font-weight: 500;">Lei n° 11.770</span></a><span style="font-weight: 500;"> que visa </span><b>aumentar a licença-maternidade em 60 dias, fazendo com que o afastamento dure ao todo 180 dias</b><span style="font-weight: 500;">. As empresas que optarem por essa possibilidade devem aderir ao Programa Empresa Cidadã, fazendo com que possam oferecer às mães 30 dias a mais antes da data de saída e mais 30 após a data de volta.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Durante esses dois meses a funcionária continua recebendo seu salário integral, que será pago pela empresa, mas o valor será reduzido do imposto de renda da companhia com base no lucro real. Com a </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14457.htm#art20"><span style="font-weight: 500;">Lei n° 14.457</span></a><span style="font-weight: 500;"> de 2022, foi incluída ainda mais uma possibilidade ao programa, permitindo que, caso deseje, a empresa possa substituir esse período de prorrogação por uma redução de jornada de 50% durante 120 dias.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Ou seja, ao invés de mais 60 dias de afastamento a colaboradora passa a trabalhar por quatro meses em meio período, com seu salário ainda se mantendo no valor integral. Com essas possibilidades se torna possível garantir maior segurança, bem-estar e estabilidade para mães e bebês, enquanto a empresa também garante maior flexibilidade para o seu funcionamento.</span></p><h2><b>Qual a diferença entre licença-maternidade e auxílio-maternidade?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Embora estejam diretamente relacionados, os termos </span><span style="font-weight: 400;">licença-maternidade</span><span style="font-weight: 500;"> e </span><span style="font-weight: 400;">auxílio-maternidade</span><span style="font-weight: 500;"> podem gerar dúvidas tanto para o RH quanto para as beneficiárias. A </span><b>licença-maternidade</b><b> refere-se ao direito garantido por lei às trabalhadoras</b><span style="font-weight: 500;"> de se afastarem do trabalho devido à maternidade, enquanto o </span><b>auxílio-maternidade</b><b> é o benefício financeiro que a trabalhadora recebe durante esse período de afastamento.</b></p><h3><span style="font-weight: 500;">Valor do auxílio-maternidade ou salário-maternidade</span></h3><p><b>Também chamado de salário-maternidade, o auxílio será no valor da remuneração que já é paga à colaboradora, sem acréscimos ou descontos</b><span style="font-weight: 500;">. Algo válido inclusive para possíveis adicionais pagos devido às condições da sua função.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Em casos onde o salário é variável, como no caso de vendas comissionadas, o valor será definido com base na média das seis últimas remunerações. Seguindo o INSS:</span></p><p><i><span style="font-weight: 500;">“Será considerada a média aritmética simples dos 6 últimos salários, apurada de acordo com o valor definido para a categoria profissional em lei ou dissídio coletivo, excetuando-se para esse fim o décimo terceiro-salário, adiantamento de férias e as rubricas constantes do parágrafo 9º do artigo 214 do Decreto 3.408/99”.</span></i></p><h3><span style="font-weight: 500;">Quem paga a licença-maternidade?</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">A licença-maternidade </span><b>é paga pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), através do empregador</b><span style="font-weight: 500;">. Na prática, o pagamento é feito pela empresa, que terá o valor descontado do total a ser pago de Contribuição Previdenciária. Esse trâmite é conhecido como </span><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/DCTFWeb"><span style="font-weight: 500;">Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais</span></a><span style="font-weight: 500;"> (DCTFWeb).</span></p><h2><b>É possível tirar férias junto com a licença-maternidade?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Caso a trabalhadora esteja dentro do período que tem direito ao seu tempo de férias, e exista um acordo com o empregador, </span><b>ela pode, sim, unir esse tempo de descanso à licença-maternidade</b><span style="font-weight: 500;">. A forma como isso será feito (com o uso total dos 30 dias ou em divisão) deve ser acordado entre as partes.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/dicas-para-melhorar-o-gerenciamento-de-processos-da-sua-empresa/"><b>Dicas para melhorar o gerenciamento de processos da sua empresa</b></a></p><p><span style="font-weight: 500;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter esclarecido todas as dúvidas em relação à licença-maternidade. Nos conte nas redes sociais como seu RH lida com esse benefício durante a rotina! E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<title>Inbound Recruiting: Como atrair os melhores talentos com estratégia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 20:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[Inbound Recruiting: Como atrair os melhores talentos com estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para construir uma equipe de alto desempenho e engajamento, é preciso mais do que encontrar bons profissionais: é necessário escolher aqueles que estão alinhados à missão, visão e valores do negócio e que são representantes da marca, mesmo antes de serem efetivados como colaboradores. Mas, para isso, é necessário utilizar o inbound recruiting. Um processo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10270" class="elementor elementor-10270" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 500;">Para construir uma equipe de alto desempenho e engajamento, é preciso mais do que encontrar bons profissionais: é necessário escolher aqueles que estão alinhados à missão, visão e valores do negócio e que são representantes da marca, mesmo antes de serem efetivados como colaboradores. Mas, para isso, é necessário utilizar o inbound recruiting.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Um processo de recrutamento e seleção moderno e estratégico garante uma série de vantagens para o RH e para a companhia como um todo. Por isso, muitas empresas têm utilizado o inbound recruiting, uma ferramenta já famosa no setor de marketing. Saiba tudo sobre como ele funciona, seus benefícios e dicas para implementá-lo no artigo de hoje. Aproveite!</span></p><h2><b>O que é inbound recruiting?</b></h2><p><b>O inbound recruiting está diretamente ligado ao inbound marketing, um conjunto de estratégias que visa atrair, encantar e fidelizar clientes</b><span style="font-weight: 500;">. Para o </span><a href="https://blog.lugarh.com.br/rh-digital-o-que-e-e-quais-as-suas-vantagens/"><span style="font-weight: 500;">RH estratégico</span></a><span style="font-weight: 500;">, ele é utilizado como uma forma de cativar profissionais, os tornando promotores da marca e fazendo com que busquem de forma ativa oportunidades de integrarem o negócio.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Em suma, </span><b>o objetivo do inbound recruiting é criar defensores da marca, mesmo entre aqueles que não foram selecionados para se tornarem colaboradores</b><span style="font-weight: 500;">. Além disso, atrai e fideliza profissionais interessados pelos resultados, visões e metas da empresa, em uma busca ativa por oportunidades de contribuir para elas. Algo que torna a atração de talentos mais assertiva.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">É importante frisar que o inbound recruiting não visa apenas atrair os melhores profissionais, mas sim aqueles mais alinhados ao perfil comportamental desejado pelo negócio. É um </span><b>recrutamento estratégico que utiliza de sua cultura organizacional e prioridades para fortalecer a conexão com candidatos em potencial</b><span style="font-weight: 500;">, assim como fortalecer o employer branding.</span></p>								</div>
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									<p><span style="font-weight: 500;">Enquanto o inbound marketing se foca no cliente final, o inbound recruiting é voltado para o capital humano responsável por todas as etapas que levam a uma entrega de qualidade. Dessa forma, se torna tão importante quanto, especialmente para fortalecer a imagem da companhia como um todo e diminuir o índice de problemas como desmotivação, desengajamento, turnover, absenteísmo e presenteísmo.</span></p><h2><b>Como aplicar inbound recruiting no RH?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">O setor de Recursos Humanos se beneficia bastante do aprendizado e da parceria com a área de Marketing, assim como ao adotar e adaptar o inbound recruiting. Ao utilizá-lo, é possível se inspirar no sistema já utilizado pela área parceira, seguindo etapas como:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Atração</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Nessa etapa, é estabelecido </span><b>o primeiro contato com o profissional</b><span style="font-weight: 500;">, seja através das redes sociais, da página de “Trabalhe Conosco”, do site do negócio, de eventos ou mesmo plataformas de avaliação de empresas. Para que a atração funcione corretamente, é necessário que a linguagem esteja customizada para atrair e interessar o perfil comportamental desejado pela organização.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Além de realizar a atração de talentos em destaque no mercado, também é possível fazer com que seus próprios clientes passem a ver a companhia como uma possibilidade de local para se trabalhar. Dessa forma, leva do interesse comercial ao </span><a href="https://blog.lugarh.com.br/marketing-de-recrutamento-o-que-e-e-como-usar-em-sua-empresa/"><span style="font-weight: 500;">marketing de recrutamento</span></a><span style="font-weight: 500;">, fortalecendo ainda mais a confiança entre as partes.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para colocar essa etapa do recrutamento estratégico em prática, o seu RH pode e deve utilizar suas plataformas para criar conteúdos com alto poder de engajamento. Um meio assertivo e bastante utilizado é o uso de histórias de colaboradores e suas experiências com o local, especialmente utilizando depoimentos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">O uso de fotos, textos e vídeos para mostrar como é a rotina no local também é bastante interessante, pois transmite transparência para os candidatos e consegue captar aqueles que se interessam pela cultura organizacional da organização. É uma forma de iniciar a jornada do candidato de forma natural, alinhada e com uma conexão positiva, que poderá ser fortalecida no decorrer do processo.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/recrutamento-online-o-que-e-como-fazer-e-quais-as-vantagens-e-desvantagens/"><b>Recrutamento online: o que é, como fazer e quais as vantagens e desvantagens</b></a></p><h3><span style="font-weight: 500;">Conversão</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Durante a conversão, o RH estratégico </span><b>transforma os profissionais interessados em leads que estão considerando integrar a empresa como colaboradores</b><span style="font-weight: 500;">. Esses profissionais costumam visitar suas plataformas de forma recorrente em busca de oportunidades, assinam newsletters que compartilham vagas, conteúdos e até mesmo interagem nas redes sociais.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Eles podem esperar algum tempo para se candidatar efetivamente a uma oportunidade, mas já possuem o interesse para fazer isso. Nessa etapa, é importante considerar que existem diversas formas de entrar e manter contato com seus leads (candidatos), e é necessário utilizar a melhor estratégia para cada um deles.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Nutrição</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Durante esse período, é possível e recomendado</span> <b>utilizar conteúdos</b><b> para “nutrir” seus candidatos, assim como é feito no marketing com os clientes em potencial.</b><span style="font-weight: 500;"> Isso significa produzir conteúdos como newsletters informando sobre vagas ou informações sobre a organização, ofertas periódicas de conteúdos, novidades sobre lançamentos e conquistas da organização, entre outros.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Algumas empresas realizam lives apresentadas por colaboradores, inclusive com gestores que iniciaram sua carreira na organização como trainees ou estagiários e compartilham suas histórias de crescimento.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Também é interessante desenvolver conteúdos que apresentem resultados, demonstrando para os profissionais externos que a companhia é uma referência em seu segmento e, com isso, atraindo ainda mais o interesse para que integrem as equipes.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/como-utilizar-redes-sociais-no-recrutamento-de-forma-eficiente/"><b>Maximizando o recrutamento: Estratégias eficientes com redes sociais</b></a></p><h3><span style="font-weight: 500;">Fechamento</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">No fechamento, </span><b>os leads se tornam efetivamente candidatos, se inscrevendo </b><b>e</b><b> participando dos processos seletivos.</b><span style="font-weight: 500;"> Aqui, a jornada do candidato se intensifica e deve ser orientada detalhadamente e com cuidado, fazendo com que o processo seja tranquilo e bastante claro.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Uma das maiores vantagens do inbound recruiting surge nessa etapa, pois a busca ativa do profissional pela oportunidade simplifica e agiliza o processo de recrutamento, além de se tornar mais estratégico, já que o candidato demonstra interesse pela empresa há algum tempo. Porém, é importante considerar que os profissionais selecionados devem estar alinhados às necessidades da vaga em questão.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Encantamento</span></h3><p><b>Seja o profissional contratado ou não, o objetivo do inbound recruiting é transformá-lo em um promotor da organização.</b><span style="font-weight: 500;"> Isso significa que a jornada do candidato deve ser sempre transparente, dando a ele o suporte necessário para compreender cada etapa, seu papel e recebendo um feedback constante, independente de qual seja a fase em que ele foi dispensado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para isso, é possível usar a tecnologia para simplificar os processos, tornando o recrutamento e seleção modernos, ágeis e humanizados. É o caso de plataformas que enviam mensagens personalizadas aos candidatos não selecionados, análise de dados obtidos por meio de pesquisas para explorar como foi a jornada do candidato, entre outros.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Ao encantar os profissionais, o RH estratégico faz com que, mesmo sem serem contratados, eles sejam embaixadores da organização e do seu processo seletivo para amigos, colegas e outras pessoas próximas. Além disso, mesmo não sendo a escolha ideal para o momento, </span><b>esses profissionais</b><b> podem ser talentos valiosos em outras posições, </b><b>e continuarão</b><b> se candidatando para ter uma chance de se transformar em um colaborador.</b></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/a-importancia-da-experiencia-do-candidato-no-processo-seletivo/"><b>A importância da experiência do candidato no processo seletivo</b></a></p>								</div>
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									<h2><b>Qual a diferença entre inbound recruiting e recrutamento tradicional?</b></h2><p><b>No recrutamento tradicional, também chamado de &#8220;outbound recruiting”, o processo se inicia a partir do fechamento</b><span style="font-weight: 500;">. Em vez de atrair e fidelizar profissionais, o RH adota uma busca ativa, focada em candidatos que, em muitos casos, serão considerados apenas para aquela vaga específica.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Com o inbound recruiting se utiliza uma série de estratégias pensadas para desenvolver as condições ideais para a </span><b>atração de talentos que se identificam com os valores, imagem da marca e proposta para o futuro</b><span style="font-weight: 500;">. É mais do que conseguir um bom profissional, é sobre cativar aquele que vai iniciar e continuar em sua rotina profissional motivado e engajado com as metas do local.</span></p>								</div>
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									<h2><b>Como atrair talentos de forma estratégica?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">O inbound recruiting exige planejamento e dedicação. Para garantir que funcione corretamente, é necessário captar, analisar e utilizar dados concretos, como, por exemplo: “quais plataformas são mais utilizadas por candidatos em potencial para se aproximar da sua empresa?” e “o que eles buscam em uma oportunidade de emprego?”, e levar essas informações em consideração para a estratégia que será aplicada durante o processo de inbound recruiting.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A jornada do candidato é outra preocupação constante para um RH estratégico, e que deve ser considerada neste método. Por isso, a experiência deve ser excepcional, fazendo com que seja tranquila para os gestores e profissionais, e permitindo que, mesmo não sendo contratado, esse indivíduo tenha boas lembranças sobre a experiência com a organização.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Além disso, para que o inbound recruiting funcione corretamente, é essencial que a marca empregadora esteja bem consolidada. Essa metodologia auxilia nesse processo, mas também depende de um momento já bem estabelecido sobre o employer branding.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/o-que-e-hunting-e-qual-sua-importancia-no-recrutamento-da-sua-empresa/"><b>O que é Hunting e qual sua importância no recrutamento da sua empresa?</b></a></p><h2><b>O que é employer branding e qual sua relação com inbound recruiting?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Traduzido como ‘marca empregadora’, </span><b>o employer branding é um conjunto de estratégias utilizadas para fortalecer a imagem projetada pela organização </b><b>junto</b><b> aos seus colaboradores e profissionais externos.</b> <span style="font-weight: 400;">Com esse conjunto de estratégias</span><span style="font-weight: 500;">, é possível fortalecer e transmitir a visão, missão e valores da companhia, assim como sua cultura organizacional, resultados e diversas outras informações que cativam aqueles alinhados ao cerne da empresa.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Aos colaboradores, o employer branding consegue despertar e desenvolver o sentimento de pertencimento, engajamento e motivação. Aos profissionais que ainda não foram contratados, </span><span style="font-weight: 400;">ele</span><span style="font-weight: 500;"> os leva a desejar e buscar intensamente </span><span style="font-weight: 400;">ser</span><span style="font-weight: 500;"> contratados. Algo que será potencializado através do uso do inbound recruiting durante a atração de talentos.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/employer-branding-voce-sabe-o-que-significa-2/"><b>Employer branding: você sabe o que significa?</b></a></p><p><span style="font-weight: 500;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter solucionado todas as dúvidas sobre como realizar um recrutamento mais estratégico, com uma excelente jornada do candidato e employer branding. Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo! E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<title>Feedback: Quais os principais modelos e suas vantagens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 19:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura da empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Feedback: Quais os principais modelos e suas vantagens?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O feedback é uma poderosa ferramenta para o ambiente corporativo, que deve ser dominada por líderes, gestores, profissionais de RH e qualquer outra pessoa que precise lidar com o gerenciamento de equipes. Além disso, é diversa e versátil, existindo em uma ampla variedade de formatos. Com influência direta sobre o desenvolvimento dos colaboradores, clima organizacional, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10262" class="elementor elementor-10262" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 500;">O feedback é uma poderosa ferramenta para o ambiente corporativo, que deve ser dominada por líderes, gestores, profissionais de RH e qualquer outra pessoa que precise lidar com o gerenciamento de equipes. Além disso, é diversa e versátil, existindo em uma ampla variedade de formatos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Com influência direta sobre o desenvolvimento dos colaboradores, clima organizacional, qualidade da comunicação e muitos outros pontos essenciais para o negócio, a capacidade de compartilhar o feedback de forma correta é fundamental. Para que você seja capaz disso, preparamos este artigo, onde vamos explorar seus principais modelos, benefícios e dicas de como aplicá-lo. Confira!</span></p><h2><b>O que é feedback?</b></h2><p><b>Feedback é uma palavra em inglês</b><span style="font-weight: 500;"> que pode ser traduzida como </span><b>&#8220;dar retorno&#8221; </b><span style="font-weight: 500;">ou </span><b>&#8220;reação sobre algum acontecimento&#8221;.</b><span style="font-weight: 500;"> É uma técnica bastante utilizada no ambiente corporativo para</span><b> informar outra parte sobre uma avaliação relacionada à sua performance, comportamento, ações, tarefas específicas, entre outros.</b></p><p><span style="font-weight: 500;">Com o feedback, é possível ajustar, melhorar ou reforçar pontos visando mais do que apenas resultados, mas sim um bom desenvolvimento daqueles que estão sendo analisados. Ele pode ser </span><b>positivo, negativo ou construtivo</b><span style="font-weight: 500;">, quase sempre sendo uma resposta a uma ação já realizada no passado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para que funcione corretamente, é importante que aquele que vai aplicar o feedback conheça suas possibilidades e, ainda mais importante, aquele para o qual será entregue. Cada profissional terá uma forma de lidar com a situação, e é fundamental que o líder, gestor ou profissional de RH saiba como abordar corretamente cada um deles.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/jornada-de-trabalho-entenda-os-tipos-de-escalas-e-seus-beneficios/"><b>Jornada de Trabalho: Entenda os Tipos de Escalas e Seus Benefícios</b></a></p><h2><b>Por que o feedback é importante?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A pesquisa feita pela </span><a href="https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/11/10/dar-feedback-e-o-maior-ponto-fraco-na-gestao-brasileira-diz-pesquisa.htm?_ga=2.3471989.455926381.1742820875-1504838668.1742820870"><span style="font-weight: 500;">FIA Employee Experience (FEEx)</span></a><span style="font-weight: 500;"> informa que </span><b>um em cada cinco profissionais brasileiros não recebem feedbacks de seus líderes, gestores ou chefes.</b><span style="font-weight: 500;"> Isso em uma cenário onde, segundo a consultoria de recrutamento </span><a href="https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2019/11/22/8-em-cada-10-profissionais-pedem-demissao-por-causa-do-chefe-veja-os-motivos.ghtml"><span style="font-weight: 500;">Michael Page</span></a><span style="font-weight: 500;">, </span><b>oito em cada dez trabalhadores pedem demissão por problemas com o chefe, sendo algumas das principais motivações a falta de feedback</b><span style="font-weight: 500;">, desenvolvimento profissional e perspectiva de crescimento.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Algo que reforça um fato essencial para qualquer negócio: profissionais que não se sentem motivados a se desenvolver e crescer acabam abandonando a companhia. Em outros casos, podem ser demitidos sem nem mesmo compreenderem onde estavam errando e como poderiam melhorar seu desempenho.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Por outro lado, a empresa especializada em clima organizacional </span><a href="https://vocerh.abril.com.br/lideranca/feedback-positivo-gera-24-vezes-mais-engajamento-como-conduzi-lo?_ga=2.226728664.455926381.1742820875-1504838668.1742820870"><span style="font-weight: 500;">Pulses</span></a><span style="font-weight: 500;">, realizou um estudo onde apontou que </span><b>uma cultura de feedback positiva (no sentido de ser bem aplicada) gera colaboradores 2,4 vezes mais engajados</b><span style="font-weight: 500;">. A mesma pesquisa informa que os aspectos que mais influenciam para o aumento da motivação são o desenvolvimento, reconhecimento e justiça.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Vantagens de investir em uma cultura de feedback positiva</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Olhando para os dados citados anteriormente, é possível compreender alguns dos problemas que a falta de uma cultura de feedback pode trazer para a empresa. Através dessa ferramenta, é possível auxiliar no desenvolvimento dos seus talentos, </span><b>diminuir os índices de turnover, absenteísmo e presenteísmo, e aumentar os níveis de motivação e engajamento.</b></p><p><span style="font-weight: 500;">Além disso, o feedback consegue </span><b>melhorar consideravelmente a comunicação entre as equipes, construir uma cultura organizacional mais saudável e aumentar a sinergia entre os colaboradores</b><span style="font-weight: 500;">. Também é fundamental para manter as expectativas da companhia e dos profissionais alinhadas, incentivar um ambiente de aprendizado e fortalecer a confiança de cada participante.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Quando bem utilizado, o feedback é capaz de levar os profissionais ao autoconhecimento, à reflexão e ao desenvolvimento, aspectos fundamentais para o aprimoramento de diversas habilidades. Além disso, ao estar bem estruturada, essa ferramenta </span><b>simplifica e otimiza o desenvolvimento também das lideranças</b><span style="font-weight: 500;">, que conseguem evoluir junto aos seus liderados.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Benéfica tanto para o ambiente profissional quanto para o desenvolvimento pessoal, </span><b>a falta de feedback, principalmente o corretivo, leva ao acúmulo de desentendimentos e problemas</b><span style="font-weight: 500;"> que poderiam ser rapidamente resolvidos. Com ele é possível superar obstáculos de forma rápida e assertiva, garantindo entregas e comportamentos mais positivos para a companhia.</span></p><p><b>Você também pode gostar de: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/descomplicando-o-banco-de-horas/"><b>Descomplicando o Banco de Horas</b></a></p><h2><b>Principais modelos de feedback</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Outra vantagem do feedback é que ele pode ser utilizado de diferentes formas, se adaptando a situações e indivíduos. Mas, para isso é preciso conhecer seus principais tipos e compreender quando aplicar cada um deles. Saiba mais sobre a seguir:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback positivo e negativo</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Talvez os mais conhecidos, </span><b>o feedback positivo e negativo são antônimos que podem se complementar</b><span style="font-weight: 500;">. O primeiro é quando são apontados acertos, conquistas e outros pontos que deseja que o colaborador fortaleça e mantenha. Ele não deve servir apenas como um elogio vazio. Ao invés disso é necessário que tenha contexto e seja específico, sendo capaz de transmitir reconhecimento e valorização por parte da liderança.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">O </span><b>feedback positivo é utilizado para reforçar comportamentos, ações ou habilidades desejadas. </b><span style="font-weight: 500;">Enquanto isso, o </span><b>feedback negativo é exatamente o oposto, sendo utilizado para apontar aquilo que o profissional deve melhorar ou deixar de replicar.</b></p><p><span style="font-weight: 500;">No feedback negativo, é apontado um item específico onde o colaborador errou, poderia ter realizado de forma diferente ou mesmo uma habilidade que precisa desenvolver. Ainda que necessário, e muitas vezes benéfico para ambas as partes a longo prazo, é preciso cuidado na hora de aplicá-lo.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">O feedback é uma forma de motivar e engajar seus colaboradores, até mesmo quando aponta aspectos que devem ser melhorados. Entretanto, </span><b>se não for tomado o devido cuidado, o feedback negativo pode ter o efeito oposto, fazendo com que o profissional se sinta julgado, desvalorizado e desmotivado</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback construtivo</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Outro modelo bastante utilizado e que traz diversas vantagens para as equipes é </span><b>o feedback construtivo, que aponta aspectos a serem melhorados enquanto também oferece formas de fazê-lo. </b><span style="font-weight: 500;">É uma das variações mais eficazes para incentivar o crescimento e desenvolvimento do colaborador.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Durante o feedback construtivo, são informados ao profissional os pontos onde deve melhorar, por meio de exemplos claros e específicos. Em seguida, são dadas sugestões de como abordar o problema, além de métodos para desenvolver a habilidade ou conhecimento necessário para avançar de maneira eficiente e positiva.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback Sanduíche</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">O feedback sanduíche </span><b>utiliza o modelo positivo e negativo em conjunto</b><span style="font-weight: 500;">. Nele, o gestor ou líder inicia a conversa destacando ações, comportamentos ou habilidades dignas de elogios, reforçando sua importância e benefícios. Em seguida, apresenta os problemas a serem resolvidos, esclarecendo o motivo de ser necessária uma mudança para cada um deles.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Por fim, o líder finaliza com orientações sobre como avançar e, novamente, com um feedback positivo, seja sobre algo que o colaborador vem acertando ou, até mesmo, exemplos passados que foram superados após um feedback negativo. Assim se monta um “sanduíche” onde </span><b>o profissional recebe pontos que precisam ser alterados, mas consegue sair da reunião otimista e motivado</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback 90°</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Também chamado de </span><b>feedback direto, costuma ser utilizado apenas entre líder e liderado</b><span style="font-weight: 500;">. Seu foco está principalmente nas tarefas comuns da rotina profissional e nas metas específicas da função desempenhada. Pode ser utilizada para correções e orientações mais rápidas, conseguindo guiar sobre o trabalho rotineiro de forma mais assertiva.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">O </span><b>feedback 90° é bastante utilizado para alinhar expectativas de forma contínua</b><span style="font-weight: 500;">, garantindo que todos estejam cientes dos objetivos comuns e que exista uma comunicação clara sobre isso.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback 360°</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Mais abrangente do que outros modelos, o feedback 360° conta com a </span><b>avaliação de diferentes partes incluindo colegas, líderes, subordinados e, se necessário, até mesmo clientes</b><span style="font-weight: 500;">. É uma excelente forma de ter uma visão mais ampla sobre o desempenho do profissional, considerando diversas facetas das suas habilidades e conhecimentos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Ainda que positivo para o desenvolvimento profissional e pessoal, capaz de oferecer uma visão mais completa sobre os pontos fortes e fracos, o feedback 360° tem como desvantagem ser bastante trabalhoso. Ainda assim, pode valer a pena, especialmente para descobrir como o comportamento de determinado profissional afeta diferentes níveis do negócio.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback SCI</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">É uma versão estruturada que passa por três etapas: </span><b>situação, comportamento e impacto</b><span style="font-weight: 500;">. Esse feedback explica em detalhes o que aconteceu (situação), qual foi a forma de agir do colaborador naquele momento (comportamento) e então menciona o resultado causado por sua conduta (impacto).</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback Canvas</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Ao contrário da maioria dos modelos, o feedback Canvas é </span><b>focado na avaliação de equipes</b><span style="font-weight: 500;">, embora utilize avaliações individuais. É feita uma análise de cada membro do grupo e, após saírem os resultados, é adotada uma visão macro para compreender como está a performance e quais pontos precisam ser melhorados no grupo como um todo.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback Wall</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Bastante interessante para compreender qual a visão dos profissionais sobre o negócio. </span><b>No feedback Wall são os colaboradores aqueles que avaliam a empresa</b><span style="font-weight: 500;">, apontando itens positivos e negativos sobre a companhia. Excelente para ter um maior entendimento sobre as necessidades e opiniões dos seus talentos.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback 4C’s</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Considera quatro aspectos: </span><b>comportamento, consequência, contexto e conexão</b><span style="font-weight: 500;">. Com esse modelo de feedback é esperado que seja apontando ações específicas, os impactos produzidos, alinhamento das expectativas e então o incentivo ao desenvolvimento. É excelente para promover a clareza, confiança, evolução e permanência do colaborador.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/a-importancia-estrategica-do-onboarding-na-retencao-de-talentos/"><b>A importância estratégica do onboarding na retenção de talentos</b></a></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedback de pares</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Utilizado para que </span><b>colegas de uma mesma equipe ou empresa possam trocar feedbacks sobre seu desempenho</b><span style="font-weight: 500;">. Fortalece o trabalho em equipe e permite uma maior qualidade na entrega, que será feita após os participantes compartilharem pontos de vista diversos.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Feedforward</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Ao contrário dos outros modelos, o feedforward não se baseia em um fato do passado ou presente, mas sim do futuro. Ele </span><b>oferece orientações e sugestões para ações que ainda serão tomadas, mas com base naquelas que já foram avaliadas anteriormente</b><span style="font-weight: 500;">. O feedforward é um método construtivo e proativo, que ajuda a preparar os colaboradores para o que virá.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Autofeedback</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Com capacidade de incentivar a reflexão crítica e a autoanálise, </span><b>o autofeedback solicita que o profissional avalie a si mesmo.</b><span style="font-weight: 500;"> Quando bem aplicada, é excelente para aumentar a satisfação com o trabalho, o engajamento e o desempenho pessoal.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para funcionar corretamente, é importante que seja combinada com outros modelos de feedback, como aqueles oferecidos por líderes e colegas. Através dessa junção, é possível criar uma visão mais clara e promover a busca pelo aprendizado contínuo.</span></p><h2><b>Feedback formal vs. Feedback informal</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Os modelos de </span><b>feedback formais são estruturados, documentados e feitos com planejamento</b><span style="font-weight: 500;">. Enquanto isso, os </span><b>feedbacks informais podem ser compartilhados durante a rotina</b><span style="font-weight: 500;">, em momentos curtos onde é oferecido uma visão sobre um projeto ou tarefa que acabou de ser finalizado ou está em andamento.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Ambos possuem vantagens e desvantagens sendo que,  com o feedback formal, é possível se aprofundar nas conversas, trazendo dados claros e precisos, além de facilitar para que ambas as partes consigam acompanhar o avanço do desempenho. Já o feedback informal acaba sendo mais espontâneo, o que facilita para que seja rápido e eficiente, acontecendo no momento em que a ação está ocorrendo.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Enquanto o formal pode ser visto como trabalhoso e burocrático, o informal pode trazer falta de consistência e clareza, criando o risco de mal-entendidos. Porém, </span><b>juntos eles conseguem potencializar as vantagens que teriam separadas</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><h2><b>Como aplicar um bom feedback</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Tão importante quanto conhecer os tipos de feedback é entender como aplicá-los da forma correta. Quando bem utilizado, essa ferramenta apresenta não só vantagens valiosas para as equipes e para a empresa como um todo, mas também pode produzir graves desentendimentos quando feito erroneamente.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para conseguir aplicar um bom feedback é necessário:</span></p><ul><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Se preparar corretamente</b><span style="font-weight: 500;">, fazendo anotações prévias e tendo em mente quais itens serão discutidos e a melhor abordagem para tal;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Seja específico, direto e claro!</b><span style="font-weight: 500;"> É preciso trazer exemplos de situações vivenciadas pelo colaborador e explicar os motivos da sua ação ou comportamento ser um acerto ou erro;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Faça avaliações individuais</b><span style="font-weight: 500;">, considerando exclusivamente o papel desempenhado pelo colaborador com o qual está conversando;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Escolha o momento e o local corretos</b><span style="font-weight: 500;">, de preferência de forma particular com o profissional que está sendo avaliado e em um momento em que nenhuma das partes esteja enfrentando um problema emocional;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Foque no comportamento, não na pessoa!</b><span style="font-weight: 500;"> É muito importante deixar claro para o colaborador que o que está sendo avaliado não é ele como indivíduo, mas sim seu desempenho e comportamento profissional;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Tenha empatia, paciência e uma escuta ativa.</b><span style="font-weight: 500;"> Pouco adianta apenas falar sem ouvir o outro lado da conversa e entender seu ponto de vista;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Ajude seu liderado a estabelecer metas e ações a serem tomadas. </b><span style="font-weight: 500;">Isso demonstra preocupação com seu desenvolvimento e facilita a busca dele por evolução;</span></li><li style="font-weight: 500;" aria-level="1"><b>Acompanhe!</b><span style="font-weight: 500;"> Faça do feedback algo comum a rotina da sua equipe, realizando reuniões contínuas que permitam que acompanhe o desenvolvimento do colaborador, elogiando suas conquistas e dando o suporte necessário para os fracassos.</span></li></ul><h2><b>Relação do feedback com a avaliação de desempenho</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Outra ferramenta bastante importante para o ambiente profissional é a </span><b>avaliação de desempenho, que permite avaliar e acompanhar a performance dos colaboradores</b><span style="font-weight: 500;">. Além de valiosa de forma individual, ela se torna ainda mais eficiente ao ser aliada ao feedback que pode ser utilizado após os resultados.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Dessa forma, a avaliação de desempenho não apenas informa o RH e liderança sobre como está o desempenho dos colaboradores. </span><b>Com o feedback ela gera uma oportunidade de melhora</b><span style="font-weight: 500;">, orientando sobre o que fazer em casos de erros para que a empresa possa evoluir e gerando o sentimento de valorização e reconhecimento com os acertos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Outro método que também pode ser um poderoso aliado ao feedback é o </span><b>DISC, metodologia utilizada para identificar traços da personalidade do colaborador</b><span style="font-weight: 500;"> e compreender qual abordagem pode ser a mais recomendada para utilizar com ele.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/como-um-rh-eficiente-impacta-na-produtividade-da-empresa/"><b>Como um RH eficiente impacta na produtividade da empresa</b></a></p><p><span style="font-weight: 500;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter sanado todas as dúvidas em relação ao feedback! Nos conte nas redes sociais como está sendo o processo de utilizá-lo na rotina do seu negócio. E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><a href="https://www.linkedin.com/build-relation/newsletter-follow?entityUrn=7181375417742729216"><span style="font-weight: 500;">Não esqueça de assinar nossa Newsletter!</span></a><span style="font-weight: 500;"> Estamos sempre enviando dicas e informações valiosas do cenário atual.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<title>NR1 e Saúde Mental: O que muda com a nova norma trabalhista?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 19:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura da empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Leis trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segurança e a saúde dos colaboradores são itens de extrema importância para as empresas, afinal, o bem-estar deles está diretamente relacionado aos resultados e à qualidade oferecida pela companhia aos seus clientes. Por isso, existe a NR-1 (Norma Regulamentadora n°1) que ajuda a estabelecer as obrigações e deveres das organizações em relação à criação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10240" class="elementor elementor-10240" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 500;">A segurança e a saúde dos colaboradores são itens de extrema importância para as empresas, afinal, o bem-estar deles está diretamente relacionado aos resultados e à qualidade oferecida pela companhia aos seus clientes. Por isso, existe a NR-1 (Norma Regulamentadora n°1) que ajuda a estabelecer as </span><b>obrigações e deveres das organizações em relação à criação e manutenção de um ambiente seguro</b><span style="font-weight: 500;"> para os trabalhadores.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Em agosto de 2024, essa norma passou por alterações, sendo algumas das principais: a </span><b>atualização de termos e definições, reforço do direito de recusa e a adição dos riscos psicossociais</b><span style="font-weight: 500;">. Este último é um reflexo do aumento nos casos de afastamentos e adoecimentos causados por problemas de saúde mental, além da responsabilidade das companhias em auxiliar no combate a esses problemas.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Saiba o que mudou na NR-1, as alterações que entram em vigor em maio de 2025, como elas afetam sua Gestão de SST e muito mais no artigo a seguir!</span></p><h2><b>O que são Normas Regulamentadoras (NRs)</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">As normas regulamentadoras surgiram com a Portaria n° 3.214, de 8 de junho de 1978, presente no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e </span><b>seu cumprimento é obrigatório segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</b><span style="font-weight: 500;">. Nelas, são determinados os procedimentos e regras que devem ser adotados pelas empresas para garantir a saúde e segurança dos seus colaboradores.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Com os anos, essas normas regulamentadoras vêm sendo atualizadas para se adequar às novas realidades de trabalho, adicionando ou alterando trechos para tornar o ambiente profissional um local melhor e mais seguro. Elas promovem o bem-estar dos trabalhadores e auxiliam na redução de doenças ocupacionais e acidentes.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Empresas que mantêm uma boa Gestão de Saúde e Segurança no Trabalho (SST) ainda </span><b>diminuem os riscos de processos ou multas trabalhistas,</b><span style="font-weight: 500;"> tanto por evitar situações de perigo, quanto ao seguir o que está estabelecido na lei. Em geral, podemos definir as normas regulamentadoras como uma das principais ferramentas para a gestão de riscos no ambiente de trabalho, que deve ser continuamente atualizada para garantir sua eficácia.</span></p>								</div>
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									<p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/tendencias-para-o-rh-em-2025/"><b>Tendências para o RH em 2025</b></a></p><h2><b>O que é a Norma Reguladora n°1</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Assim como o nome sugere, a </span><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-1"><span style="font-weight: 500;">norma reguladora n°1</span></a><span style="font-weight: 500;">, também conhecida simplesmente como NR-1, é a primeira na lista de normas, e aquela que estabelece a base para a SST nas companhias. Isso porque, ela é quem introduz o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), trecho que define como </span><b>obrigação das empresas identificar, avaliar e combater os riscos presentes no ambiente profissional</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Além disso, é na NR-1 que encontramos os detalhamentos sobre o </span><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/pgr"><b>Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)</b></a><span style="font-weight: 500;">, que exige a documentação e a implementação de ações para combater os riscos já identificados. Até recentemente, o foco estava nos riscos físicos, acidentais, químicos, biológicos e ergonômicos presentes na rotina dos trabalhadores, mas, com a nova NR-1, foram adicionados, com igual importância, os riscos psicossociais.</span></p><h2><b>A importância da NR-1 para as empresas</b></h2><p><b>Manter-se atualizado com a NR-1 é fundamental para que as empresas se mantenham em dia com a lei, evitando problemas jurídicos. </b><span style="font-weight: 500;">Além disso, é uma ferramenta essencial para a manutenção do bem-estar dos seus colaboradores, aumentando os níveis de satisfação, engajamento e motivação.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Cuidar da saúde dos trabalhadores também é uma forma de diminuir os riscos de afastamentos e faltas, aspectos que podem impactar diretamente na produtividade das equipes e da empresa como um todo, além de afetar os resultados e as metas da organização.</span></p><h2><b>Gestão SST e NR-1: qual a relação?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A </span><b>NR-1 funciona como a base para a Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST)</b><span style="font-weight: 500;">, estabelecendo os aspectos-base que serão utilizados por todas as outras normas regulamentadoras. É na Norma Regulamentadora n° 1 que é listado como identificar, avaliar e gerenciar os riscos ocupacionais, sejam eles físicos ou psicológicos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A NR-1 é fundamental para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável e seguro, o que contribui para uma série de aspectos dentro das empresas como: maiores índices de satisfação, produtividade, motivação, engajamento, inovação e muito mais. </span><b>A NR-1 pode e deve ser aplicada também ao modelo digital, sendo essencial para equipes que trabalham em modelo híbrido ou remoto</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><h2><b>A nova NR-1: o que muda com a Portaria MTE nº 1.419</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">No dia 27 de agosto de 2024 foi confirmada as alterações propostas pela Portaria MTE 1.419, sendo que uma das principais alterações aconteceu no capítulo “1.5 Gerenciamento de Riscos Ocupacionais”, que </span><b>deve entrar em vigor em maio de 2025</b><span style="font-weight: 500;">. Foi nesse trecho onde aconteceu:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Inclusão dos Riscos Psicossociais</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">A partir da nova NR-1 os riscos psicossociais passam a integrar a lista de agentes a serem evitados e combatidos pelas empresas, em igual importância a outros itens como riscos de acidentes, físicos, químicos, biológicos e ergonômicos. Isso </span><b>inclui questões como burnout (ou Síndrome do Esgotamento Profissional), estresse, excesso de trabalho, assédio ou violência moral e sexual</b><span style="font-weight: 500;">, entre vários outros itens.</span></p>								</div>
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									<p><span style="font-weight: 500;">Isso significa que análises, identificação, planos de ação, controle e monitoramento com foco nos riscos psicossociais devem ser adicionados ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Segundo a nova NR-1, </span><b>podem ser considerados como parte destes riscos todo elemento identificado como capaz de afetar negativamente a saúde psicológica, social ou física dos colaboradores</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/como-e-por-que-criar-uma-cultura-antiestresse-no-ambiente-de-trabalho/"><b>Como e por que criar uma cultura antiestresse no ambiente de trabalho?</b></a></p><h3><span style="font-weight: 500;">Revisão dos Termos e Definições</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Outra mudança relevante para a nova NR-1 é a adição de termos como “Emergências de Grande Magnitude”, “Avaliação de Riscos”, “Identificação de Perigos”, “Levantamento Preliminar de Perigos e Riscos” e “Perigo Externo”. Eles serão </span><b>utilizados para auxiliar na compreensão e gestão dos riscos ocupacionais</b><span style="font-weight: 500;">, aprimorando o trabalho realizado através da PGR.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Reforço do Direito de Recusa</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Outra alteração, essa estabelecida pela portaria MTE nº 344 no dia 21 de março de 2024, é o </span><b>direito do trabalhador em interromper suas tarefas caso perceba estar correndo riscos iminentes e graves</b><span style="font-weight: 500;">. Sua prioridade deve ser sua própria segurança e saúde, e o motivo para a interrupção deve ser informado ao seu superior hierárquico imediatamente.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Responsável Técnico pela Capacitação</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Também descrita na portaria MTE nº 344, é estabelecida a </span><b>necessidade de que profissionais qualificados ou legalmente habilitados sejam responsáveis pela elaboração e execução dos treinamentos feitos dentro das empresas</b><span style="font-weight: 500;">. Essas mudanças foram pensadas para conseguir aumentar os níveis de segurança para os colaboradores e tornar a realidade das companhias brasileiras mais próximas das práticas internacionais.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/qual-a-diferenca-entre-okr-e-kpi/"><b>Qual a diferença entre OKR e KPI?</b></a></p><h2><b>Como adaptar sua empresa às mudanças da NR-1</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Assim como é feito com outros aspectos físicos que podem representar perigo a rotina dos trabalhadores, os riscos psicossociais devem passar a integrar a SST. Dessa forma, </span><b>deve-se estabelecer formas de identificá-los</b><span style="font-weight: 500;"> como, por exemplo, através de </span><b>pesquisas de clima organizacional ou questionários com foco na saúde mental</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Ao identificar a situação atual da saúde psicológica dos colaboradores é preciso </span><b>desenvolver um plano de ação, visando reduzir e prevenir que os riscos identificados continuem a afetar negativamente os profissionais</b><span style="font-weight: 500;">. Feito isso, é preciso implementar e monitorar continuamente essas ações, sendo essencial a capacitação de gestores e líderes para que sejam bem-sucedidos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Algo essencial durante todo o processo é a documentação, especialmente por ser uma obrigatoriedade presente no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Além disso, manter um histórico detalhado auxilia no entendimento sobre como está sendo a evolução causada pelas mudanças, sendo importante que os resultados também sejam comparados ao feedback obtido dos colaboradores.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Algumas das ações que podem ser tomadas para a prevenção e combate aos riscos psicossociais é a implementação de políticas claras e definitivas para prevenção ao assédio, como o moral e sexual. Outra ferramenta benéfica é a disponibilização de serviços de apoio psicológico, seja com uma equipe interna ou através de benefícios com foco no bem-estar dos colaboradores.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Os canais de denúncia, especialmente os anônimos, também são essenciais para o combate aos riscos psicossociais. Além disso, </span><b>é preciso criar um ambiente profissional onde exista o incentivo por parte do RH e das lideranças para um diálogo aberto e respeitoso sobre saúde mental, </b><span style="font-weight: 500;">desfazendo o estigma negativo sobre o assunto que ainda existe em muitos locais, especialmente de trabalho.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A prevenção e o cuidado com a segurança psicológica dos profissionais deve ser algo presente também na cultura organizacional, se tornando um dos aspectos que direcionam toda a missão, visão e valores da organização. </span></p><p><span style="font-weight: 500;">Por último, para se manter alinhado a nova NR-1 é </span><b>necessário revisar e atualizar continuamente a Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST)</b><span style="font-weight: 500;">, se adaptando conforme as necessidades.</span></p>								</div>
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									<h2><b>Quem deve seguir a NR-1</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e o seguimento da NR-1 é </span><b>obrigatória para todas as empresas que possuem colaboradores contratados através do contrato CLT</b><span style="font-weight: 500;">. As únicas exceções feitas pela lei são para os microempreendedores individuais (MEIs) e as companhias de pequeno porte, desde que não ofereçam exposições ocupacionais a agentes biológicos, químicos e físicos. Lembrando que devem estar alinhados aos termos 1.8.1 e 1.8.4 da NR-1.</span></p><p><b>Pequenos e médios negócios, indústrias e órgãos públicos são todas organizações que devem aplicar a NR-1 corretamente</b><span style="font-weight: 500;">.Isso inclui também o Ministério Público, o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. Ou seja, todo trabalhador brasileiro, seja ele do setor privado ou público, tem direito a ter sua saúde e sua segurança protegidas conforme a lei, incluindo também sua saúde psicológica.</span></p><p><b>Você também pode gostar: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/transformacao-digital-no-mercado-de-trabalho-e-a-conexao-humana/"><b>Transformação digital no mercado de trabalho e a conexão humana</b></a></p><p><span style="font-weight: 500;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter ajudado a deixar seu negócio preparado para a nova NR-1 que entra em vigor em maio de 2025! Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo. E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<title>Jornada de Trabalho: Entenda os Tipos de Escalas e Seus Benefícios</title>
		<link>https://blog.lugarh.com.br/jornada-de-trabalho-entenda-os-tipos-de-escalas-e-seus-beneficios/</link>
					<comments>https://blog.lugarh.com.br/jornada-de-trabalho-entenda-os-tipos-de-escalas-e-seus-beneficios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 17:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Trabalho: Entenda os Tipos de Escalas e Seus Benefícios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>WordsCharactersReading time A escala de trabalho é um item tão comum na rotina das empresas que algumas acabam não se atentando a buscar uma boa gestão sobre isso, o que pode ser bastante prejudicial. Uma das principais atividades do Recursos Humanos (RH) e do Departamento Pessoal (DP), as escalas de trabalho têm uma influência direta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10212" class="elementor elementor-10212" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 500;">A escala de trabalho é um item tão comum na rotina das empresas que algumas acabam não se atentando a buscar uma boa gestão sobre isso, o que pode ser bastante prejudicial. Uma das principais atividades do Recursos Humanos (RH) e do Departamento Pessoal (DP), as </span><b>escalas de trabalho têm uma influência direta sobre o bem-estar e a produtividade das equipes.</b></p><p><span style="font-weight: 500;">No Brasil, elas são reguladas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que oferece algumas opções de escalas de trabalho para se adaptar às necessidades de determinados setores. No artigo de hoje, você aprenderá em detalhes sobre o que são, quais os principais tipos e por que é importante ter uma boa gestão de escalas de trabalho. Boa leitura!</span></p><h2><b>O que é uma escala de trabalho</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A </span><b>escala de trabalho define os períodos em que o funcionário está exercendo suas atividades profissionais e aqueles destinados ao descanso</b><span style="font-weight: 500;">. Ou seja, é considerado tanto o tempo em que o profissional está exercendo sua função quanto aquele em que está aguardando alocação e os momentos dedicados a sua vida pessoal.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para definir uma escala de trabalho é preciso considerar a saúde física e mental dos colaboradores e a quantidade de demandas da empresa, adaptando conforme as necessidades de ambas as partes. Uma boa gestão do tempo de trabalho afeta diretamente na eficiência dos profissionais, além de ser </span><b>fundamental para manter a companhia alinhada à legislação trabalhista vigente</b><span style="font-weight: 500;">. Algo importante para evitar multas e processos trabalhistas.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Em aspectos gerais, as escalas de trabalho no Brasil são, segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), </span><b>limitadas a 44 horas semanais trabalhadas com direito a pelo menos um dia de descanso remunerado</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><b>Saiba mais: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/jornada-de-trabalho-o-que-diz-a-clt-2/"><b>Jornada de trabalho: o que diz a CLT?</b></a></p>								</div>
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									<h2><b>Tipos de escalas de trabalho</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">É possível encontrar alguns modelos de escala de trabalho na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que servem para guiar grande parte das empresas sobre suas opções em relação ao tema. No entanto, existem ainda escalas especiais que podem ser adotadas com base em acordos individuais e coletivos. Conheça a seguir somente aqueles regulados pela CLT. Confira:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escala 6×1</span></h3><p><b>Bastante utilizado nos setores de comércio, varejo e alimentação</b><span style="font-weight: 500;">, a escala 6&#215;1 exige que os funcionários trabalhem por seis dias seguidos e tenham apenas um dia de descanso remunerado. Essa folga pode acontecer no domingo e, caso seja estipulado para outro dia da semana, é exigido que o trabalhador tenha pelo menos um domingo de folga em até sete semanas.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Sua vantagem é maximizar o tempo em que os funcionários permanecem na empresa. Porém, traz desvantagens como a sobrecarga física e mental para os colaboradores, falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e, com isso, consequências como adoecimento, aumento no turnover, absenteísmo, entre outros.</span></p><h4><span style="font-weight: 500;">Vida Além do Trabalho (VAT)</span></h4><p><span style="font-weight: 500;">Em 2024 se intensificou o </span><b>debate sobre a escala 6&#215;1 e a necessidade de extinguir seu uso</b><span style="font-weight: 500;">. O combate a esse modelo se fortaleceu a partir do movimento Vida Além do Trabalho (VAT), se tornando até mesmo uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que corre no Congresso.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">A ideia é diminuir a escala de trabalho dos brasileiros para 4&#215;3 ou 5&#215;2. O </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/quem-e-rick-azevedo-vereador-eleito-que-fundou-movimento-contra-escala-6x1/"><span style="font-weight: 500;">movimento VAT</span></a><span style="font-weight: 500;"> foi fundado por Rick Azevedo, vereador do Rio de Janeiro, e hoje tramita no Congresso com o endosso da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). A ideia é criar um ambiente de trabalho mais saudável e acolhedor para todos os trabalhadores, adaptando os dias de trabalho conforme as necessidades da empresa, mas mantendo como dois ou três dias de descanso obrigatório (que podem ou não acontecer aos fins de semana).</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Atualmente existe uma busca por parte da população pelo fim da escala 6&#215;1, mas ela </span><b>ainda é permitida pela CLT e está presente em diversas organizações</b><span style="font-weight: 500;">, especialmente de setores que precisam permanecer abertos ininterruptamente.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escala 5&#215;1</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Utilizada com menos frequência, mas ainda comum e regulamentada pela CLT, temos a escala 5&#215;1 que </span><b>pede ao trabalhador que exerça suas funções por cinco dias seguidos e tenha um dia de descanso</b><span style="font-weight: 500;">. Nesses casos as folgas acabam acontecendo em dias diferentes da semana, sendo que, pelo menos uma vez ao mês, é essencial que ela aconteça no domingo.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escala 5&#215;2</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Conhecida como escala comercial, ela é bastante utilizada especialmente nas organizações que atuam de segunda a sexta-feira. Nela é estabelecido </span><b>cinco dias de trabalho e dois dias de descanso que, em muitas organizações, acontecem aos fins de semana</b><span style="font-weight: 500;"> (sábado e domingo). Para manter a carga horária de 44 horas semanais, as empresas podem estabelecer uma rotina diária de até 8 horas e 48 minutos.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escala 12×36</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Aqui os números correspondem às horas, sendo que o </span><b>profissional trabalha por 12 horas consecutivas e descansa pelas 36 seguintes</b><span style="font-weight: 500;">. Foi formalizado devido à demanda em setores como os de saúde, indústria e segurança, onde é necessário que os profissionais permaneçam por longos períodos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Antes, essa era considerada uma escala especial, mas, com as alterações feitas pela Reforma Trabalhista realizada em 2017, passou a ser permitida para diferentes setores e funções.</span></p><p><b>Você também pode gostar: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/descomplicando-o-banco-de-horas/"><b>Descomplicando o Banco de Horas</b></a></p>								</div>
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									<h2><b>Escalas especiais de trabalho</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Algumas organizações possuem necessidades especiais, onde as escalas de trabalho permitidas pela CLT acabam não se encaixando. Nesses momentos a Constituição permite o uso de escaladas especiais, desde que sejam aprovadas em convenções coletivas ou acordos individuais, a depender do caso. As principais delas são:</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escala 18×36</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Nesta escala de trabalho, os profissionais </span><b>trabalham por 18 horas e descansam nas 36 seguintes</b><span style="font-weight: 500;">. Costuma ser utilizada em funções ligadas a operações industriais ou áreas de logística, onde é preciso que os profissionais tenham jornadas mais longas. Auxilia na redução de troca de turnos, mas </span><b>exige um bom planejamento e cuidado para não gerar problemas legais e de saúde</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Para utilizar a escala 18&#215;36 é necessário realizar um acordo formal, que deve estar registrado no contrato de trabalho. O RH e o DP também devem seguir as convenções trabalhistas estipuladas pelo sindicato da função.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escala 24×48</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Assim como na escala de trabalho anterior, essa exige um acordo formal e muito cuidado para não gerar ou potencializar problemas para a saúde e desempenho dos profissionais. Nesta o profissional </span><b>trabalha por 24 horas consecutivas e descansa por 48</b><span style="font-weight: 500;">, uma escala mais comum em setores como os de segurança e emergência.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Aparece com mais frequência na área de saúde, mas exige cuidado, pois, ainda que não recomendado, muitos profissionais acabam assumindo plantões em outros locais em suas 48 horas de descanso devido a questões financeiras. Isso pode levar a exaustão, redução de desempenho e adoecimento.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escalas intermitentes</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Modelo mais flexível, nessa escala de trabalho a empresa tem liberdade para </span><b>chamar o trabalhador apenas em dias e horários onde precisa dos seus serviços</b><span style="font-weight: 500;">. O pagamento é feito proporcionalmente às horas trabalhadas, sendo uma boa solução para momentos de alta demanda.</span></p><h3><span style="font-weight: 500;">Escalas de sobreaviso</span></h3><p><span style="font-weight: 500;">Nesta escala de trabalho </span><b>o profissional pode ser acionado em momentos fora do expediente</b><span style="font-weight: 500;">, algo comum em setores como o de telecomunicações e energia elétrica. Acaba sendo utilizada para funções como técnicos de manutenção e segurança.</span></p><h2><b>Escala 4&#215;3: uma nova tendência para o futuro?</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Diversos estudos e experimentos estão sendo feitos no Brasil e no mundo testando a </span><b>escala 4&#215;3, que propõe quatro dias de trabalho seguido de três dias de descanso. </b><span style="font-weight: 500;">A semana de 4 dias (</span><i><span style="font-weight: 500;">4 day week</span></i><span style="font-weight: 500;">), como também é chamada, apresenta diversas vantagens como aumento na produtividade, motivação e engajamento e redução no adoecimento, turnover e absenteísmo.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">No Brasil a </span><a href="https://vocerh.abril.com.br/futurodotrabalho/semana-de-quatro-dias-piloto-brasileiro-chega-ao-fim-e-cumpre-todas-as-expectativas/"><span style="font-weight: 500;">Reconnect</span></a><span style="font-weight: 500;"> organizou um experimento de seis meses, onde alguns  dos resultados obtidos foram:</span></p><p><b>— 87% notou que a semana de 4 dias gerou mais energia e ânimo para realizar as tarefas;</b></p><p><b>— 73% apontou que os índices de exaustão causada pelo trabalho diminuíram drasticamente;</b></p><p><b>— 71% dos participantes relataram ter mais energia durante o tempo passado com amigos e familiares.</b></p><p><span style="font-weight: 500;">A escala 4&#215;3 se tornou um </span><a href="https://vocerh.abril.com.br/futurodotrabalho/a-islandia-adotou-a-semana-de-quatro-dias-e-o-resultado-e-um-sucesso/"><span style="font-weight: 500;">sucesso também em outros locais do mundo</span></a><span style="font-weight: 500;">, como a Islândia, onde o modelo é utilizado por diversas empresas desde 2020. Suas vantagens foram tão amplas que </span><b>em 2023 houve um crescimento econômico de 5% no país e, segundo pesquisas, um dos motivos é a semana de 4 dias</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/lideranca-no-trabalho-hibrido-quais-os-desafios-para-a-gestao/"><b>Liderança no trabalho híbrido: quais os desafios para a gestão?</b></a></p><h2><b>Importância de uma boa gestão de escalas de trabalho</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">A gestão de escalas de trabalho </span><b>tem impacto direto sobre a eficiência operacional e a produtividade dos trabalhadores, assim como no seu bem-estar</b><span style="font-weight: 500;">. Por isso, é fundamental que o RH tenha consciência sobre a sua importância e faça um planejamento adequado para potencializar as vantagens de cada modelo, evitando suas desvantagens.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Jornadas de trabalho exaustivas levam ao desgaste físico e emocional, que causam perda na produtividade, aumento de erros, possibilidade de acidentes e afastamentos. Além disso, </span><b>o não cumprimento das orientações dispostas na CLT sobre jornadas de trabalho pode gerar processos e multas contra a organização</b><span style="font-weight: 500;">.</span></p>								</div>
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									<h2><b>Regras sobre o intervalo de jornada</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Outro item essencial para a gestão das escalas de trabalho é o intervalo obrigatório para descanso dos trabalhadores. </span><b>O período mínimo e máximo muda conforme a duração da jornada</b><span style="font-weight: 500;">. Por exemplo, escalas de 4 a 6 horas exigem um intervalo mínimo de 15 minutos.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Já aquelas com mais de 6 horas devem ficar entre uma e duas horas. A CLT também estipula regras para outros tipos de intervalo, como a </span><b>obrigatoriedade de pelo menos 24 horas de descanso remunerado durante a semana e em feriados</b><span style="font-weight: 500;"> (salvo exceções feitas em acordos coletivos).</span></p><p><span style="font-weight: 500;">O espaço entre jornadas não pode ser menor do que 11 horas consecutivas, em jornadas de revezamento de 8 é necessário ter 24 horas de repouso a cada três turnos e em revezamento de 12 horas são 24 a cada turno. Existem ainda outras regras, algumas que podem ser flexibilizadas conforme acordos sindicais, e é preciso que o RH fique atento a cada uma delas para evitar riscos judiciais.</span></p><h2><b>Como fazer uma escala de trabalho eficiente</b></h2><p><span style="font-weight: 500;">Uma gestão de escalas de trabalho estratégica e eficiente consegue equilibrar as necessidades da companhia e dos profissionais. Como apresentamos ao longo deste artigo, ela é fundamental para uma rotina mais produtiva e saudável, além de tornar o ambiente mais motivador. Para escolher uma boa escala de trabalho para a empresa, é importante:</span></p><p><span style="font-weight: 500;">— </span><b>Identificar e mapear as demandas da organização</b><span style="font-weight: 500;">, listando horários e momentos onde é mais importante ter os colaboradores presentes.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">— </span><b>Estar sempre atento às regulamentações trabalhistas, </b><span style="font-weight: 500;">conferindo novas atualizações e respeitando intervalos obrigatórios, limites de cada escala e obrigatoriedade de descanso semanal remunerado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">— </span><b>Optar pela escala de trabalho mais adequada a cada função e setor. </b><span style="font-weight: 500;">Para isso é preciso considerar as características das atividades e a rotina das equipes.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">— </span><b>Mantenha seus colaboradores informados,</b><span style="font-weight: 500;"> de preferência tendo um planejamento mensal que fique à disposição para que o profissional possa consultar. Isso lhe dá maior previsibilidade do seu mês, melhorando a relação com a empresa.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">— </span><b>Faça reavaliações e ajustes sempre que necessário! </b><span style="font-weight: 500;">Prioridades podem mudar, assim como é possível identificar momentos em que o colaborador possa estar sobrecarregado ou com conflitos. É fundamental que o RH consiga identificar problemas como esses e esteja aberto a adaptar para respeitar os limites físicos e legais.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">— </span><b>Estabeleça um plano B </b><span style="font-weight: 500;">a ser acionado durante imprevistos, como aumento drástico de demandas ou faltas e afastamentos de funcionários.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/qual-a-diferenca-entre-okr-e-kpi/"><b>Qual a diferença entre OKR e KPI?</b></a></p><p><span style="font-weight: 500;">E aí, o que achou do artigo? Já começou a traçar uma gestão de escalas de trabalho mais estratégica? Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo! E aproveite para nos seguir, e ficar sempre bem informado.</span></p><p><span style="font-weight: 500;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://blog.lugarh.com.br/jornada-de-trabalho-entenda-os-tipos-de-escalas-e-seus-beneficios/">Jornada de Trabalho: Entenda os Tipos de Escalas e Seus Benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.lugarh.com.br">Lugarh</a>.</p>
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		<title>Segurança da Informação e os Desafios para o RH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eloene Cristine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 12:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RH]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação e os Desafios para o RH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>WordsCharactersReading time O setor de Recursos Humanos lida diariamente com informações sensíveis de colaboradores e candidatos, como dados pessoais, histórico profissional, salários, endereços e até mesmo informações bancárias. Garantir a segurança dessas informações é uma parte essencial da função do RH, evitando vazamentos, prevenindo ataques cibernéticos e assegurando a conformidade com legislações vigentes, como a [&#8230;]</p>
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									<p><span style="font-weight: 400;">O setor de Recursos Humanos lida diariamente com informações sensíveis de colaboradores e candidatos, como dados pessoais, histórico profissional, salários, endereços e até mesmo informações bancárias. Garantir a segurança dessas informações é uma parte essencial da função do RH, evitando vazamentos, prevenindo ataques cibernéticos e assegurando a conformidade com legislações vigentes, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Com a automatização dos processos de RH e o crescimento do trabalho remoto, as ameaças à segurança da informação se tornaram ainda mais relevantes para o setor. Por isso, é essencial que as empresas invistam em tecnologia e educação corporativa para reduzir riscos e garantir que os dados sejam tratados com responsabilidade e segurança.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para entender como as mudanças na tecnologia impactam o seu RH e como a segurança da informação e a conexão humana podem ajudar nesse processo, confira o artigo a seguir!</span></p><h2><strong>LGPD na Gestão de Dados</strong></h2><p><span style="font-weight: 400;">A</span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm"> <span style="font-weight: 400;">Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) (Lei nº 13.709/2018)</span></a><span style="font-weight: 400;"> regula a coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais no Brasil. Seu objetivo é garantir a privacidade dos cidadãos e proporcionar maior transparência no uso de suas informações.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para o RH, isso significa que qualquer dado coletado precisa ter um propósito claro, e o consentimento do titular deve ser obtido de forma explícita. Além disso, a empresa deve garantir medidas de segurança para proteger essas informações, evitar acessos indevidos e respeitar o direito dos titulares de solicitar a exclusão de seus dados quando necessário. A falta de conformidade pode resultar em multas severas e danos à reputação corporativa.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A LGPD também exige que as empresas tenham um encarregado de proteção de dados (DPO), responsável por supervisionar o cumprimento da lei. Esse profissional atua como intermediário entre a empresa, os titulares dos dados e a</span><a href="https://www.gov.br/anpd/pt-br"> <span style="font-weight: 400;">Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)</span></a><span style="font-weight: 400;">, garantindo que todas as normas sejam seguidas adequadamente.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/tudo-sobre-lgpd-confira-o-guia-completo-sobre-o-tema/"><b>Tudo sobre LGPD: confira o guia completo sobre o tema!</b></a></p><h2><strong>Principais Desafios do RH na Segurança da Informação</strong></h2><p><span style="font-weight: 400;">Devido ao acesso a uma grande quantidade de dados sensíveis e pessoais, o setor de RH enfrenta alguns desafios quando se trata de segurança da informação. A seguir, você conhecerá os principais desafios e algumas soluções que podem ser adotadas:</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">1. Controle de Acesso a Dados Sensíveis</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Nem todos os colaboradores da empresa precisam ter acesso irrestrito a informações confidenciais. É essencial implementar um sistema de gestão de acessos, garantindo que apenas pessoas autorizadas possam visualizar ou modificar determinados dados. A autenticação multifator e os perfis de acesso baseados em funções ajudam a minimizar esses riscos.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Além disso, as empresas devem registrar todas as interações com dados sensíveis, utilizando login de acesso e monitoramento contínuo para evitar usos indevidos.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">2. Armazenamento Seguro e Conformidade com a LGPD</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Os dados do RH devem ser armazenados em ambientes seguros, seja por meio de serviços de nuvem ou em servidores internos bem protegidos. Criptografia, backups regulares e políticas de retenção são fundamentais para garantir que as informações não sejam comprometidas.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A criptografia de dados, backups regulares e políticas de retenção bem definidas são essenciais para evitar a perda ou o comprometimento das informações. Além disso, a escolha de provedores de armazenamento confiáveis e o uso de sistemas que garantam alta proteção contra ataques cibernéticos são estratégias fundamentais para mitigar ameaças e garantir a integridade dos dados.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">3. Conscientização e Treinamento dos Colaboradores</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Pode até parecer clichê, mas um bom treinamento pode ajudar a evitar erros comuns dentro do RH. Afinal, muitos vazamentos de dados ocorrem por falha humana.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Por isso, investir em treinamentos regulares sobre segurança da informação, boas práticas de privacidade e manuseio de documentos sensíveis é essencial para minimizar riscos e manter a equipe alinhada às normas de compliance.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">As empresas também podem implementar campanhas internas de conscientização, testes simulados de phishing e treinamentos periódicos sobre segurança digital para reforçar a proteção dos dados e reduzir vulnerabilidades.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">4. Uso Seguro de Softwares e Tecnologias</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">A digitalização dos processos de RH trouxe mais praticidade, mas também exigiu maior atenção à segurança das plataformas utilizadas para a gestão de dados. Softwares de folha de pagamento, gestão de benefícios e recrutamento precisam estar em conformidade com a LGPD e contar com medidas de segurança avançadas.</span></p><p><b>É exatamente isso que oferecemos no Lugarh! </b><span style="font-weight: 400;">Somos referência em ferramentas pensadas para o RH e disponibilizamos um software completo, incluindo serviços de </span><a href="https://lugarh.com.br/solucoes/admissao/"><span style="font-weight: 400;">Admissão Digital</span></a><span style="font-weight: 400;">. O armazenamento de dados é feito com a tecnologia Microsoft, garantindo criptografia para maior segurança e total alinhamento com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.</span></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/software-de-admissao-digital-o-que-e-e-para-que-serve/"><b>Software de admissão digital: o que é e para que serve?</b></a></p><h3><span style="font-weight: 400;">5. Resposta a Incidentes de Segurança</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com medidas preventivas, ataques cibernéticos e vazamentos podem acontecer. Por isso, é fundamental ter um plano de resposta a incidentes bem estruturado para minimizar danos, garantir a continuidade dos processos e manter a confiança dos colaboradores.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">As empresas devem estabelecer protocolos claros para lidar com incidentes de segurança, com a identificação e contenção de dados, incluindo comunicação rápida com os afetados, análise e aplicação de correções para evitar novos ataques.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se também de ter uma documentação detalhada do incidente e das ações tomadas, assim será possível revisar o plano de segurança e fazer os ajustes necessários para fortalecer a proteção de dados.</span></p><p><b>Estar preparado é a peça-chave!</b></p><p><b>Leia também: </b><a href="https://blog.lugarh.com.br/rh-digital-o-que-e-e-quais-as-suas-vantagens/"><b>RH Digital: o que é e quais as suas vantagens?</b></a></p><h2><strong>Estratégias para Fortalecer a Segurança da Informação no RH</strong></h2><p><span style="font-weight: 400;">Para que o RH esteja alinhado às melhores práticas de segurança da informação, separamos uma lista com algumas estratégias que podem ser adotadas. Confira a seguir:</span></p><p><b>— Implementação de Políticas de Proteção de Dados:</b><span style="font-weight: 400;"> Criar e disseminar diretrizes claras sobre o uso, compartilhamento e armazenamento de informações sensíveis. Isso garante que todos os colaboradores estejam cientes das melhores práticas para proteger dados pessoais e corporativos, minimizando o risco de vazamentos e acessos não autorizados.</span></p><p><b>— Auditorias Periódicas:</b><span style="font-weight: 400;"> Avaliar regularmente a segurança dos sistemas utilizados pelo RH para identificar vulnerabilidades e corrigi-las antes que causem problemas. Auditorias frequentes ajudam a detectar falhas de segurança, a melhorar os processos existentes e a garantir que os sistemas estejam sempre em conformidade com as normas de proteção de dados.</span></p><p><b>— Criptografia de Dados:</b><span style="font-weight: 400;"> Proteger informações armazenadas e transmitidas por meio de técnicas de criptografia, que tornam os dados ilegíveis para pessoas não autorizadas. Esse processo é essencial para evitar que informações sensíveis sejam acessadas ou alteradas durante o armazenamento ou a transferência.</span></p><p><b>— Autenticação em Dois Fatores (2FA):</b><span style="font-weight: 400;"> Adotar métodos adicionais de verificação para acessos a sistemas sensíveis, como o envio de um código para o celular do usuário. A 2FA aumenta a segurança, garantindo que, mesmo que a senha seja comprometida, um segundo fator de autenticação seja necessário para concluir o acesso.</span></p><p><b>— Parcerias com Empresas de Tecnologia:</b><span style="font-weight: 400;"> Utilizar soluções confiáveis e reconhecidas no mercado para a gestão de dados, como sistemas de armazenamento e plataformas de segurança cibernética. Assim como as soluções oferecidas pelo </span><a href="https://lugarh.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Lugarh</span></a><span style="font-weight: 400;"> para o setor de Recursos Humanos, que são ideais para quem busca uma parceria que proporciona tecnologia avançada e assegura que as informações sejam gerenciadas e protegidas com as melhores práticas de segurança.</span></p><p><b>— Gestão de Identidade e Acessos (IAM):</b><span style="font-weight: 400;"> Controlar e monitorar o acesso a sistemas críticos, garantindo que apenas usuários autorizados tenham permissão para visualizar ou modificar informações. Ferramentas de IAM ajudam a gerenciar permissões de forma eficiente, reduzindo o risco de erros humanos e acesso indevido a dados sensíveis.</span></p><h2><strong>Quais as Penalidades para Empresas que Não Seguem a LGPD?</strong></h2><p><span style="font-weight: 400;">As empresas que não seguem as diretrizes da LGPD estão sujeitas a penalidades severas, incluindo </span><b>multas </b><span style="font-weight: 400;">que podem chegar a 2% do faturamento anual da empresa, limitadas a R$ 50 milhões por infração, além de </span><b>advertências</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>sanções </b><span style="font-weight: 400;">exigindo a adequação das práticas e até mesmo a </span><b>proibição da empresa de tratar dados</b><span style="font-weight: 400;"> até que consiga regularizar suas operações.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Essas penalidades podem afetar gravemente a reputação e a saúde financeira da empresa, tornando ainda mais urgente a necessidade de conformidade com a legislação. Diante disso, é fundamental que o RH esteja bem preparado para garantir que todos os processos estejam em conformidade com a LGPD, evitando riscos legais e assegurando a continuidade dos negócios, além de manter a confiança dos colaboradores e clientes.</span></p><h3><span style="font-weight: 400;">O Futuro da Segurança da Informação no RH</span></h3><p><span style="font-weight: 400;">Com o avanço da tecnologia, novas tendências estão surgindo para fortalecer a segurança da informação no setor de RH. Entre elas, o </span><b>uso da Inteligência Artificial (IA)</b><span style="font-weight: 400;"> para monitoramento de acessos e identificação de ameaças em tempo real, e o </span><b>Blockchain</b><span style="font-weight: 400;">, que é uma tecnologia inovadora para registro e validação segura de informações trabalhistas e contratuais.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada vez mais vemos a integração entre sistemas de RH e ferramentas de cibersegurança para evitar vulnerabilidades e proteger dados sensíveis, assegurando a conformidade com regulamentações e evitando riscos relacionados a acessos indevidos.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Se você quiser entender mais sobre as tendências que moldarão o futuro do RH, recomendamos a leitura do artigo:</span><a href="https://blog.lugarh.com.br/tendencias-para-o-rh-em-2025/"> <span style="font-weight: 400;">Tendências para o RH em 2025</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><span style="font-weight: 400;">Ao adotar as estratégias certas, as empresas não apenas protegem os dados sensíveis e garantem a conformidade com a LGPD, mas também se preparam de maneira proativa para os desafios do futuro. Investir em tecnologia de ponta, promover treinamentos contínuos e adotar boas práticas de governança de dados são passos essenciais para criar um ambiente seguro, eficiente e alinhado às necessidades do mercado, garantindo a confiança dos colaboradores e clientes a longo prazo.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">E aí, o que achou do artigo? Esperamos ter esclarecido suas dúvidas sobre como proteger dados e melhorar os serviços do RH, facilitando a implementação dessas práticas. Nos conte nas redes sociais como está sendo esse processo! Aproveite para nos seguir e ficar sempre bem-informado.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Até o próximo artigo! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>								</div>
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